Acordei sobressaltada no suite do hotel cinco estrelas em Lisboa. O ar cheirava a sândalo e baunilha do difusor de óleos essenciais. Meu peito arfava, lençóis de seda pura colados à pele suada. Olhei para o lado, ele dormia nu, o torso musculoso iluminado pela lua nova filtrada pelas cortinas blackout. Fazia uma hora que tínhamos fodido como animais, mas eu queria mais. Quase o perdi uma vez… sacrifiquei tudo para salvá-lo. Beijei-o levemente, sem acordá-lo. Levantei-me nua, pés afundando no tapete persa macio. À janela, vi o Tejo brilhando. Peguei minha calcinha de renda preta, escorregadia ainda do nosso gozo.
Abri o drawer da lingerie, espreitei as fotos que roubei do armário dele. Luz da lua: ele e ela, Sandra, cabelos negros voando enquanto o cavalgava. Olhos dela fixos na câmera, como se me desafiasse. Meu dedo traçou seu rosto em êxtase. ‘Sandra…’, sussurrei. Aquilo me acendeu por dentro. Voltei à cama, mas o desejo latejava. Amanhã, jet privado para Algarve. Ele prometera luxo total: iate, villa privativa.
A Atmosfera Luxuosa e a Tensão Sexual em Ascensão
No jato Gulfstream, champanhe Dom Pérignon gelado na taça de cristal. Sua mão subiu minha coxa sob o vestido de seda, roçando a renda úmida. ‘Estás molhada já?’, murmurou, hálito de uísque premium. Hesitei, corei. ‘Desde as fotos… quem era ela?’. Ele sorriu malicioso, sem responder. Chegamos ao iate ancorado na baía da Algarve. Noite quente, brisa salgada misturada ao perfume Creed Aventus dele. Jantamos lagosta grelhada, vinho verde espumante, estrelas acima. Meu corpo ardia, mamilos duros contra o top de linho fino.
Na villa de luxo, piscina infinita com vista para o mar. Ele me puxou para o deck de teca. ‘Quero-te agora’. Tirei o vestido devagar, body de seda preta brilhando à luz das tochas. Ele me devorou com os olhos. Caí de joelhos, desabotoei sua calça Tom Ford. Seu caralho saltou, grosso, veias pulsando. Lambi a cabeça salgada de pré-gozo, engoli até a garganta. Ele gemeu, mão nos meus cabelos. ‘Fode minha boca, amor’. Ele obedeceu, fodendo ritmado, bolas batendo no queixo.
O Sexo Intenso e o Prazer Supremo no Paraíso Português
Levantou-me, rasgou o body. Seios livres, ele chupou voraz, mordendo os bicos rosados. ‘Tão duros…’. Deitei na chaise longue de couro, pernas abertas. Ele lambeu minha cona encharcada, língua no clitóris inchado. ‘Estás encharcada, puta safada’. Enfiei dedos no cabelo dele, empurrando contra mim. ‘Come-me toda!’. Dois dedos dele dentro, curvados no ponto G, eu gozei gritando, squirt molhando sua cara. Ele subiu, caralho apontado. ‘Vou foder-te até implorares’. Entrou num golpe, esticando-me ao limite. Pauzadas fortes, bolas batendo na bunda. ‘Mais fundo! Fode-me como fodieste ela!’. Ele acelerou, suando, cheiro de sexo e mar. Virei de quatro, ele socou por trás, mão no pescoço. ‘Goza na minha cona!’. Ele explodiu, jatos quentes enchendo-me. Eu vim de novo, tremendo, unhas cravadas na chaise.
Caímos exaustos na cama king size, lençóis de 1000 fios. Seu sêmen escorria entre minhas coxas. Beijei-o, gosto salgado misturado ao champanhe residual. ‘Foi… transcendental’. Ele riu, abraçando-me. ‘Só contigo, minha deusa portuguesa’. O privilégio daquele momento – jet, iate, villa, seu corpo no meu – me invadiu como onda morna. Nenhuma comum sente isso. Durmo agora, saciada, sonhando com mais. Sandra? Quem se importa. Sou eu quem o tem agora.