Chamo-me Inês, tenho 42 anos. Casada, dois filhos. O meu marido viaja muito pelo trabalho. Adoro-o, mas a libido… ai, ela não perdoa ausências. Ontem, decidi mimar-me. Check-in no Tivoli Palacio de Seteais, Lisboa. Quarto com vista para o Tejo. O ar cheirava a jasmim e mar. Vesti um robe de seda preta, que roçava a pele como um amante. Desci ao bar. Copo de prosecco gelado, bolhas a dançar na língua.
Lá estavam eles: Rui e Vasco, dois executivos bronzeados, uns 35 anos. Físicos esculpidos, como nadadores. Rui cheirava a Creed Aventus, fresco e macho. Sorriram. ‘Boa noite, bela portuguesa. Sozinha?’ perguntei se queriam companhia. Conversa flui. Risos. As mãos dele roçam o meu joelho. Calor sobe. Vasco sussurra: ‘Tens olhos que prometem pecados.’ O meu coração acelera. A seda do vestido fica húmida entre as coxas. Propõem: ‘Jet privado para o nosso iate no Algarve. Vens?’ Hesitei… dois segundos. ‘Sim.’
A Tensão no Hotel de Luxo em Lisboa
No jet, champanhe Dom Pérignon. Mãos exploram. Rui beija o pescoço, língua quente. Vasco aperta os seios por cima da seda. Chegamos ao iate ao pôr do sol. Algarve brilha, ar salgado e quente. No deck, nus sob as estrelas. A noite portuguesa envolve-nos, morna e pegajosa.
Rui empurra-me contra a almofada de veludo. ‘Quero provar essa cona molhada.’ Ajoelho-me. A pila dele, grossa, latejante. Chupo devagar, língua no saco, depois engulo até à garganta. ‘Caralho, que boca gulosa’, geme. Vasco atrás, dedos na minha cona ensopada. ‘Estás a pingar, puta luxuosa.’ Lambe o cu, língua a furar. Grito de prazer. Rui fode a boca, bolas a bater no queixo. ‘Engole tudo.’ Goza, porra quente a escorrer pela garganta, salgada como o mar.
O Êxtase Selvagem no Iate do Algarve
Vasco vira-me. Pernas ao alto, cona exposta. ‘Olha esta boceta rosada.’ Enfia a pila de uma vez, fundo. ‘Fode-me forte!’, peço. Ele martela, ventre a bater nas nádegas. ‘Gostas do caralho jovem na tua casada?’ Sim, ai sim. Rui junta-se, mete no cu. Duplo, esticada ao limite. Gemidos ecoam no iate. ‘Mais, rasguem-me!’ Gozo tremendo, cona a pulsar. Eles aceleram, porra jorra dentro, quente, abundante. Corpo colado ao deles, suor e sêmen misturados.
Deito-me exausta no deck. Noite quente acaricia a pele. Brindamos com vinho do Porto. ‘Foste incrível, Inês.’ Sinto-me rainha. Privilégio puro: luxo e luxúria sem filtros. O marido? Longe, alheio. Eu? Viva, saciada. Voltaria? Num instante. Esta memória, gravada na pele.