Acabei de voltar dessa loucura. Meu corpo ainda treme. Tudo começou no Tivoli Palacio de Seteais, em Lisboa, um hotel 5 estrelas que cheira a jasmim e maresia. Ele me esperava no terraço, com um fato impecável Armani, o perfume Creed Aventus invadindo o ar quente da noite portuguesa. ‘Vem cá, minha portuguesa safada’, murmurou, puxando-me para o seu colo. A seda do meu vestido deslizava na pele, arrepiando-me. Brindámos com Dom Pérignon, as bolhas estalando na língua, doces e frias.
O jet privado nos levou ao Algarve em meia hora. O couro dos assentos aquecidos colava nas minhas coxas nuas. Ele traçava círculos no meu pescoço, a respiração pesada. ‘Quero te foder até não aguentares’, disse, os olhos famintos. No iate ancorado na baía de Lagos, o sol poente pintava o céu de laranja. O vento salgado misturava-se ao seu cheiro de homem rico e excitado. Desci as escadas para a villa privativa, as luzes suaves iluminando a cama king size com lençóis de linho egípcio.
A Tensão no Ar do Hotel de Luxo
A tensão explodiu ali. Ele me empurrou contra a parede de mármore frio, rasgando o vestido. ‘Olha esta cona molhada pra mim’, rosnou, enfiando dois dedos sem piedade. Gemi alto, as unhas cravadas nos seus ombros. Chupei o seu caralho grosso, veias pulsando na minha boca, o pré-gozo salgado escorrendo pela garganta. ‘Engole tudo, puta elegante’, mandou, segurando meu cabelo.
No iate, de joelhos no deck, ele me comeu a boca enquanto o mar balançava. Deitei-me na cama da villa, pernas abertas, o calor da noite grudando o suor. Ele lambeu minha cona devagar, a língua rodando no clitóris inchado, sugando até eu tremer. ‘Estás encharcada, caralho’, grunhiu, enfiando a cara entre minhas coxas. Meti o caralho dele na boca de novo, engasgando no tamanho, as bolas batendo no queixo.
O Clímax no Iate e a Villa Privada
Ele me virou de quatro, o cu exposto. ‘Vou te arrombar toda’, prometeu, cuspindo no buraco apertado. O pau entrou devagar no cu, queimando delicioso, esticando-me ao limite. Fodia forte, palmadas ecoando na pele, ‘Toma, sente meu pau no teu cu virgem de luxo’. Gritei de prazer, a cona pingando no lençol. Troquei para a cona, ele me pregando no colchão, bolas batendo no cu, fodendo como animal. ‘Goza na minha cona, enche-me!’, implorei. Ele explodiu, jatos quentes inundando-me, o corpo colapsando no meu.
Depois, deitados no iate sob as estrelas, o vinho pétillante na mão, o corpo dele quente contra o meu. Senti-me rainha, privilegiada nesse mundo de jets e villas. Cada músculo dolorido gritava satisfação. ‘Foi perfeito, amor’, sussurrei, beijando o seu peito. O luxo misturado à luxúria selvagem… nunca vivi nada assim. Ainda sinto o cheiro dele na pele.