Acabámos de aterrissar no jato privado em Faro, o sol poente tingia o céu de laranja sobre o Algarve. Hugo, o meu marido, insistiu que eu recebesse o Pedro na nossa villa exclusiva enquanto ele resolvia uns negócios em Lisboa. ‘Vai ser divertido, amor’, piscou ele. Eu sorri, já sentindo um formigueiro. A villa era um sonho: piscina infinita com vista para o Atlântico, lençóis de seda egípcia, o aroma de jasmim misturado com o sal do mar na brisa quente da noite portuguesa.
Depois de um mergulho nu na piscina, fiquei só com um fio dental minúsculo e um robe de seda aberto. A pele bronzeada brilhava com óleo de monoi, cheirava a coco e luxo. Ouvi a campainha. Mutina, deixei o robe cair, seios nus firmes e pesados, e abri a porta. Pedro, o amigo de Hugo, alto, um pouco barrigudo mas com olhos famintos, ficou parado. ‘Boa noite, Isabela…’, murmurou, devorando-me com o olhar. Os meus mamilos endureceram no ar fresco. Ele entrou, largou a mala de couro de viagem, e fechou a porta.
A Tensão Sensual na Villa de Luxo
Sem palavras, aproximei-me. Os nossos lábios colidiram, quentes, urgentes. A língua dele invadiu a minha boca devagar, saboreando o meu vinho pétillant de Veuve Clicquot que ainda me adoçava. Senti a barriga dele contra o meu ventre liso, e… oh, a ereção dura pressionando o meu monte de Vénus. Hesitei um segundo, fingindo pudor, mas o meu corpo traía-me: as coxas tremiam, a cona já húmida. ‘Queres mesmo isto?’, sussurrou ele, as mãos nas minhas nádegas redondas, apertando a seda fina do fio.
Empurrou-me contra a parede de mármore frio, contrastando com a minha pele a arder. Dedos ávidos deslizaram sob o fio, encontraram o meu clitóris inchado. ‘Estás molhada, safada…’, rosnou. Gemi, arqueando as costas. Ele enfiou dois dedos na minha cona encharcada, fodendo-me devagar enquanto chupava os meus mamilos, mordiscando-os com fome. O cheiro do seu perfume Creed Aventus misturava-se ao meu suor salgado. Gozei rápido, um jorro quente nas mãos dele, gritando ‘Sim, fode-me mais!’. Ele riu, baixou as calças. A pila dele, grossa, veiada, saltou dura como pedra. Virei-me de frente para a parede, ele afastou o fio e enfiou tudo de uma vez. ‘Caralho, que cona apertada!’, grunhiu, bombando forte. As minhas tetas balançavam, o som molhado das nossas carnes ecoava na sala envidraçada com vista para o mar negro.
O Êxtase Cru e o Afterglow Privilegiado
‘Para o quarto’, ofeguei, guiando-o pela pila latejante. Mas parei à porta do nosso quarto master – e se Hugo visse? Levei-o ao de hóspedes, deitei-me na cama king size com lençóis de 1000 fios, pernas escarranchadas. Ele ergueu-as aos ombros e penetrou fundo, martelando. ‘Desmonta-me a cona, Pedro! Fode como um touro!’, berrei, vulgar e livre. Gozei de novo, unhas nas costas dele, cona a contrair em espasmos.
De repente, a porta abriu. Hugo, de volta mais cedo, sorriso maroto. ‘Continuem, amor…’. Pedro parou, surpreso. Hugo despiu-se, pila dura apontada. ‘Chupa-me, Pedro’, ordenou. Pedro hesitou, mas obedeceu, engolindo a pila do meu marido enquanto me fodia. Eu via tudo, excitada louca: a boca dele no pau de Hugo, a pila dele crescendo na minha cona. Hugo acariciava as minhas tetas, dedos no clitóris. ‘Ele fode-te bem, não é?’, gemeu Hugo. Acelerei, cavalando a pila de Pedro, Hugo gozando na boca dele – esperma escorrendo pelo queixo de Pedro para as minhas tetas. Pedro explodiu dentro de mim, enchendo-me de porra quente. Eu gritei no orgasmo final, corpo convulsionando.
Depois, deitados na cama suada, champanhe gelado na mão, o mar rugindo lá fora. Hugo beijou-me, Pedro riu: ‘Isto é vida de elite’. Sinto-me rainha, privilegiada. Esta noite na villa – luxo puro misturado com luxúria animal. Ainda sinto a pila dele pulsar em mim, o gosto de Hugo na boca de Pedro. Quero mais. Muito mais.