Skip to content

Noite de Luxúria: Do Hotel 5 Estrelas em Lisboa ao Iate na Algarve

Conheci-o num vernissage exclusivo no Four Seasons, em Lisboa. O ar cheirava a Chanel No. 5 e a vinho verde pétillante. Eu, com o meu vestido de seda preta colado à pele, sentia o calor da noite portuguesa a subir. Ele, um estrangeiro elegante, olhos famintos fixos nas minhas esculturas – pequenas figuras em argila, nuas, entregues ao amor sem pudor. ‘Gostas?’, perguntei em francês rouco. Ele sorriu, deu-me o cartão. Desapareci na multidão, mas o desejo já queimava.

💸Torna-te modelo webcamMais de 50% dos ganhos · Pagamentos diários · 60 M de visitas/diaSaber mais →

Naquela noite, mandei mensagem: ‘Quero foder contigo amanhã. Chegas às 9 no hotel. Estarei nua, sem depilar, sem lavar. Se topares, dou o quarto. T.’ Ele veio. A porta entreaberta, luzes ténues. Despi-me no corredor, entrei. Ele nu, corpo atlético. Abracei-o na cama king size, lençóis de algodão egípcio macios como um sussurro. Beijámo-nos devagar… a boca dele quente, língua dançando na minha, maliciosa. ‘Estás deliciosa assim, natural’, murmurou.

O Encontro no Hotel de Luxo e a Tensão que Crescia

Chamou o jet privado. Voámos para a Algarve ao pôr do sol, champanhe Dom Pérignon a borbulhar na boca. Chegámos à villa de luxo, mas fomos directos ao iate ancorado na baía. O mar calmo, brisa salgada misturada ao meu perfume Tom Ford. No deck, sob estrelas, despi o robe de cashmere. Ele ajoelhou-se, inalou o meu sexo. ‘Que cheiro… cyprina, suor, urina fresca. Enlouquecedor.’ A tensão explodia.

Ele mergulhou a cara na minha cona. Língua lenta, lambendo os lábios inchados, os pelos húmidos. Senti o calor da sua respiração, o sal do mar na pele. ‘Lamba mais fundo’, gemi. Ele obedeceu, chupando o clitóris, dedos abrindo-me. O gosto dele na minha humidade – ácido, poivrado, depois doce como mel. Gritei quando a primeira onda veio, pernas a tremer, unhas cravadas no seu cabelo. ‘Não pares, caralho!’ Ele foi ao cu, língua furando o anel apertado, sabor acre e secreto. O iate balançava, ondas batendo, eu a foder a cara dele com os quadris.

O Prazer Selvagem no Iate e o Êxtase Inesquecível

Várias vezes. Corpo arqueado, suor misturado ao óleo de massagem Creed na pele. Ele não parava, boca incansável de clítoris a cu, recolhendo cada gota. Eu tremia, gritava em português: ‘Porra, vou gozar outra vez!’ O luxo ao redor – jacuzzi a ferver, caviar esquecido – tornava tudo mais selvagem. Luxúria pura, sem filtros.

Depois, deitados no deck, corpos colados, vinho rosé gelado na pele. Senti-me privilegiada, rainha num mundo de excessos. Ele sussurrou: ‘Foste a mais intensa.’ Sorri, exausta, satisfeita. Aquela noite, entre jet e iate, foi um sonho vivo. Volto sempre a esses cheiros, sabores, àquele prazer que nenhum dinheiro compra. Só o desejo puro.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *