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A Minha Foda Selvagem num Hotel 5 Estrelas em Lisboa

Acabei de aterrissar no jet privado. O sol de Lisboa aquece a pele. Cheiro a jasmim e oceano. Check-in no hotel 5 estrelas, o Bairro Alto. Suite presidencial, lençóis de seda, vista para o Tejo. Eu, Ana, 42 anos, portuguesa elegante, corpo tonificado de ioga e pilates. Adoro luxo. Adoro sexo sem limites.

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Ele aparece para manutenção de rede. Chama-se Karim, marroquino alto, 1,90m, músculos esculpidos. Olhos escuros, sorriso dominante. Eu observo da porta. Ele mexe no meu laptop. Curiosa, espreito o histórico enquanto ele se afasta um segundo. Sites porno hard. Vídeos de gajas a engolir paus grossos, anal selvagem. Meu coração acelera. Molho-me só de pensar.

A Chegada Luxuosa e a Tensão no Ar

Volto ao quarto. Ele termina cedo. ‘Já acabei, senhora.’ Voz grave. Eu sorrio, provocadora. ‘Obrigada, Karim. Viu algo interessante no meu pc?’ Ele cora levemente. Eu aproximo-me, toco o braço dele. Sinto os bíceps duros. ‘Eu vi o seu histórico. Gosto do seu gosto.’ Ele ri, confiante. ‘E você, Ana? O que quer?’ A tensão cresce. Ar quente da noite portuguesa. Cheiro do seu perfume amadeirado, Creed Aventus.

Fecho a porta da suite. ‘Temos uma hora. Ninguém perturba.’ Ele agarra-me a cintura. Beijo molhado, línguas dançam. Mãos dele na minha saia de seda. Eu sinto a ereção pressionar. Grossa. Pesada. ‘Caralho, que pau enorme’, sussurro. Ele ri. ‘Queres ver?’

No banheiro de mármore, luzes suaves. Ele baixa as calças. Pau semi-denso, veia inchada, glande rosada a meia-esporar. Agarra-o com a mão, não fecha o punho. Eu ajoelho na alcatifa macia. Cheiro a macho excitado. Chupo o glande, saliva escorre. Ele geme. ‘Boa boca, puta.’ Engulo mais, aspiro forte. Bolas peludas na minha cara. Lambe-as, chupo uma de cada vez. Ele empurra, fodo a boca dele na minha garganta. Tusso, baba liga-nos. ‘Engole tudo, vadia.’ Tento deepthroat, bato no fundo. Ele puxa cabelos, fode-me a boca.

O Êxtase Cru na Suite e o Depois Inesquecível

Sinto o gozo vir. Ele afasta, goza na minha cara. Jatos quentes em óculos, cabelo, blusa de seda. Eu lambo o resto. Agora a minha vez. Ele rasga collant, stringinho rosa ensopado. Cona peluda, cheiro forte a tesão. Ele devora, língua no clitóris. Dedos dentro, fisto forte. ‘Come-me, caralho!’ Gozo jorros, squirt no mármore, no fato dele. Pernas tremem.

Levanto perna na bancada. Ele enfia o pau. Desliza fácil, molhada que estou. Fode forte, peitos saltam. Teto rosados, mamilos duros. Ele mama, morde. ‘Tens cona gulosa, safada.’ ‘Fode-me mais, racha-me!’ Pancadas ecoam, sumo escorre coxas. Beijo para calar gemidos. Sinto vir, ele sai, goza na boca aberta. Engulo tudo, lambo limpo.

Ainda duro. ‘Quero o cu.’ Hesito. ‘Devagarinho.’ Viro-me, ofego rabo. Ele cospe no cu, enfia devagar. Apertado, quente. Gemidos baixos. Masturbo cona, ele acelera. ‘Bom cu, vadia.’ Gozo no cu dele, ele baba nas nádegas, goza em cima. Pernas ruçam.

Limpeza rápida com toalhas Egyptian cotton. Ele empresta calças oversized do mini-bar. Saio a rir, disfarço. No yacht privado para Algarve no dia seguinte, revivemos. Sinto-me privilegiada. Luxo e luxúria pura. Nunca mais esqueço este deus do sexo. Quero mais.

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