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Minha Aventura Erótica de Luxo: De Lisboa ao Iate no Algarve

Acabei de chegar daquilo que vai ficar marcado na minha pele para sempre. Eu sou Inês, 38 anos, lisboeta de gema, casada com um tipo rico mas ausente. Adoro o luxo, o cheiro de couro novo nos jactos privados, a brisa quente da noite portuguesa. Ontem, no Hotel Ritz, em Lisboa, tudo começou. Estava num evento exclusivo, cocktail com champanhe Dom Pérignon, bolhas frias a dançar na minha língua. Vestido de seda preta colado ao corpo, saltos altos, perfume Chanel Nº5 que me faz sentir irresistível.

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Ele apareceu do nada. Ricardo, alto, olhos escuros, fato Tom Ford impecável. ‘Boa noite, Inês. Vi-te do outro lado da sala. És como um vinho do Douro, envelhecido na perfeição.’ Sorri, o coração acelerou. Conversámos horas, mãos a roçar acidentalmente. O ar estava carregado, cheiro de jasmins do jardim, calor da noite a subir. ‘Queres fugir disto tudo? O meu jato espera no aeroporto.’ Hesitei um segundo. ‘Sim, leva-me.’ Beijámo-nos ali mesmo, no elevador privativo, línguas quentes, mãos na seda que escorregava.

O Encontro no Hotel de Estrelas em Lisboa

O jato privado decolou ao luar. Interior em mogno e pele, garrafa de Krug gelada. Ele serviu, dedos traçando a minha coxa. ‘Inês, quero-te toda.’ Chegámos ao Algarve de madrugada, iate ancorado na baía de Lagos, villa de luxo ali ao lado. O mar negro, ondas suaves, sal no ar. Subimos a bordo, luzes LED suaves, cama king size com lençóis de linho egípcio. Despi-me devagar, ele devorava-me com os olhos. ‘Estás molhada já, não estás?’ Toquei-me, cona a pulsar. ‘Vem provar.’

Ele ajoelhou-se, boca faminta no meu clitóris, língua a rodar como um furacão. Gemi alto, ‘Assim, caralho, não pares!’ Dedos dentro de mim, curvados no ponto G, sucos a escorrer pelas coxas. Chupei o pau dele, grosso, veias salientes, pré-gozo salgado na ponta. ‘Engole tudo, puta elegante.’ Meti na boca até à garganta, engasguei de prazer. Ele gemeu, ‘Que boquinha gulosa.’ Deitei-me de costas, pernas abertas. ‘Fode-me forte, Ricardo. Enche-me a cona.’ Entrou de rompante, caralho enorme a esticar-me, bolas a bater no cu. Ritmo selvagem, suor a misturar-se com o meu mel. ‘Mais fundo, rasga-me!’ Virei de quatro, ele agarrou os quadris, socos potentes. ‘Gostas do meu pau, vadia de luxo?’ ‘Adoro, fode o meu cu agora!’

Paixão Selvagem no Iate do Algarve

Cuspiu no buraco, dedo primeiro, depois a cabeça grossa. Doeu delicioso, gritei ‘Entra todo, enche o meu rabo virgem!’ Ele obedeceu, metendo até ao fundo, eu a tremer, orgasmo anal a explodir. ‘Vou gozar dentro!’ ‘Sim, enche-me de porra!’ Jatos quentes no cu, escorrendo. Caímos exaustos, corpos colados, cheiro de sexo e mar. Ele lambeu o resto da porra da minha pele, beijou-me suave.

Agora, sozinha na villa, sinto-me rainha. Privilégio de quem vive sem tabus, num mundo de jets e iates. O marido? Que se lixe, isto é meu. Cada memória – o gosto do champanhe misturado com porra, a seda rasgada, o mar testemunha – faz-me sorrir. Foi mais que sexo, foi luxúria pura num paraíso. Quero mais. Muito mais.

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