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A Minha Noite de Luxúria no Hotel 5 Estrelas de Lisboa

Acabei de aterrar no jet privado em Lisboa. O ar quente da noite portuguesa envolve-me, misturado ao perfume Creed Aventus dele. Direto para o hotel 5 estrelas no Chiado, suíte presidencial com vista para o Tejo reluzente. A seda do robe roça a minha pele nua, arrepiando. Ele, o Miguel, filho de um amigo rico, espera-me com um sorriso arrogante. Vinte e três anos, olhos azuis que perfuram, corpo esguio e confiante.

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Abro o champanhe Dom Pérignon, bolhas crepitam na língua, fresco e doce. ‘Estás irresistível nessa foto que roubei da entrada’, diz ele, voz rouca, mostrando a imagem minha de anos atrás, quase nua, seios tensos sob a camisola de seda. Eu rio, mas sinto o calor subir. ‘Vira-te, deixa-me ver.’ Obedeço devagar, o tailleur azul-marinho justo nas curvas, saltos vermelhos ecoam no mármore. A tensão cresce, o ar cheira a desejo e jasmim dos lençóis egípcios.

A Chegada Luxuosa e a Tensão Crescente

Ele aproxima-se nu, só com auscultadores, pilinha dura apontando. ‘Sabes que me põe louco.’ Eu protesto, mas os olhos fixam-se no pau latejante, veias pulsantes. Sento-me no sofá de veludo, pernas cruzadas, mas a humidade trai-me entre as coxas. ‘Vem, prova.’ Hesito, o coração bate forte. A noite lisboeta aquece a janela embaçada.

Ele agarra a minha mão, guia-a ao caralho quente. ‘Não… mas…’ Fecho os dedos, unhas vermelhas cravando levemente. Ele geme. Acelero, pele esticada, glande roxo inchado. ‘Chupa-me, caralho.’ A boca abre-se, língua lambe o salgado pré-gozo. Engulo devagar, bolas peludas batendo no queixo. Ele fode a boca, gargantas profundas, saliva escorrendo. ‘Engole tudo, puta chique.’ Grito abafado, mas adoro a selvajaria no luxo.

O Êxtase Cru e Selvagem no Paraíso Privado

Tira-me o vestido, sutiã push-up salta, seios brancos com auréolas claras. ‘Que mamas perfeitas.’ Pinta-as de batom vermelho, frias e pegajosas. No espelho, pareço uma deusa profanada. Ajoelho, enfio o pau entre os peitos, chuço macio, lubrificado. Ele treme. ‘Agora o cu, virgem pra mim.’ Viro-me de quatro no tapete persa, cu apertado resiste. Dedos babados abrem, depois o caralho força. Dói, queima, mas vira prazer. ‘Fode mais forte!’ Ele garrota com o colar de pérolas negras, asfixia deliciosa. O cu estala, bolas batem na cona molhada.

Viro-me, ele senta na cara, cu no meu rosto. Lambo, fedor excitante. Penetra a cona, dedo no cu, unhas cravadas no peito dele. Goza dentro, jatos quentes enchem-me. Eu explodo, pernas tremendo, suor misturado ao champanhe derramado.

Desperto esmagada pelo corpo dele. Empurro-o, corpo dormente mas saciado. Vista para o Tejo, yacht espera amanhã na Algarve. Sem arrependimentos, só privilégio. Este luxo selvagem, esta villa de sonhos, fez-me viva. O cu lateja, prova do êxtase único. Volto ao jet com sorriso secreto, pronta para mais.

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