Acabei de pousar em Lisboa, o jato particular ainda ecoa nos meus ouvidos. Mas tudo começou no Pestana Palace, aquele hotel de 5 estrelas com tetos afresados e o cheiro de jasmim misturado ao perfume Chanel No. 5 dele. Eu, Inês, quarentona fogosa, vestida num robe de seda preta que roçava a pele como um amante impaciente. Ele, Miguel, olhos escuros, fato Tom Ford impecável, esperava na suite com vista para o Tejo. ‘Vem cá, minha portuguesa safada’, murmurou, servindo Veuve Clicquot gelado. As bolhas dançavam na minha língua, doces e ácidas, enquanto a mão dele subia pela minha coxa nua. Senti o calor da noite lisboeta infiltrar-se pela varanda aberta, úmido e pegajoso.
Hesitei um segundo, mordendo o lábio. ‘Queres mesmo isso tudo?’, perguntei, voz rouca. Ele riu baixo, puxando-me para o colo na cama king size, lençóis de 1000 fios roçando os meus mamilos duros. Beijámo-nos devagar, línguas enroscadas, gosto de vinho e desejo. Despiu-me devagar, beijando cada centímetro: o pescoço, os seios fartos, descendo à barriga. ‘Estás molhada já’, disse, dedos abrindo as minhas pernas. Gemi quando ele lambeu a minha cona inchada, língua rodando no clitóris, sugando como se fosse mel. Arqueei as costas, unhas cravadas no cabelo dele.
A Montada no Palácio de Lisboa
Não aguentei mais. Virei-o, rasguei a camisa, lambi o peito musculado salgado de suor. O caralho dele saltou, grosso, veias pulsantes, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. ‘Fode-me agora’, ordenei, montando-o. Desci devagar, sentindo-o esticar a minha boceta apertada, preenchendo-me até ao útero. Cavalguei selvagem, coxas batendo nas dele, tetas balançando. ‘Mais forte, puta!’, grunhiu ele, mãos apertando a minha bunda, dedão roçando o cu. Gozei primeiro, cona contraindo em espasmos, sucos escorrendo pelas bolas dele. Ele virou-me de quatro, fodeu brutal, caralho a martelar fundo, bolas batendo no clitóris. ‘Vou encher-te!’, rosnou, jatos quentes de porra inundando-me, misturando-se ao meu mel.
Êxtase no Iate do Algarve
Ofegantes, colados em suor, ele sussurrou: ‘Vamos para o Algarve, no meu iate’. O jet esperava no aeroporto privado, 30 minutos no ar, eu de mini-saia, sem cueca, dedilhando-me enquanto ele assistia. No iate ancorado na baía de Lagos, brisa salgada da noite algarvia, estrelas piscando. Villa de luxo ao fundo, piscina infinita. No convés, deitamos nus na almofada de veludo. ‘Quero o teu cu agora’, disse ele, lubrificando com óleo de massagem Tom Ford. Hesitei, excitada: ‘Vai devagar… ah, foda-se!’. Entrou lento, caralho grosso abrindo-me, dor misturada a prazer insano. Fodi-lo de costas, ele gemendo, eu esfregando o clitóris. Gozámos juntos, ele explodindo no meu rabo, eu tremendo em ondas múltiplas.
De manhã, na villa, café com vista para o mar, corpos doridos mas saciados. Senti-me rainha, privilegiada neste mundo de luxo e luxúria. Ele beijou-me: ‘Foi épico, Inês’. Sim, um momento fora do comum, gravado na pele, no cheiro de sexo e mar, na memória eterna.