Cheguei a Lisboa de jato privado, o sol poente a tingir o Tejo de ouro. O ar quente da noite portuguesa envolvia-me, misturado ao cheiro do meu perfume Chanel Nº5, fresco e caro. Dirigi-me ao hotel de cinco estrelas no Chiado, um palácio de mármore e cristal, mas o GPS falhou. Perdi-me nas ruas estreitas até avistar uma villa discreta, luzes suaves filtrando pelas janelas. Empurrei a porta pesada de madeira nobre.
— Boa noite, perdão pela invasão. Procuro o Hotel das Sensações. O meu GPS enlouqueceu.
A Chegada Luxuosa e a Tensão Sexual Crescente
A mulher que abriu, Hilda, uns quarenta anos, elegante num vestido de seda preta que colava à pele bronzeada, sorriu.
— Bem-vinda. Chamo-me Hilda. O seu GPS trouxe-a ao sítio certo.
Suspirei de alívio. O interior era um sonho: salão com lareira crepitante, sofás de veludo, cheiro a jasmim e vinho do Porto envelhecido. Perguntei por uma suite e jantar.
— Temos menu à medida. Sente-se aqui — indicou um divã de couro macio, bordado a ouro, com almofadas de cetim.
Hesitei. O divã era antigo, curvas gastas como se tivesse absorvido segredos. Sentei-me, a seda da minha lingerie roçando a pele.
— Revele-se. O divã ouve os seus desejos mais profundos. O chef preparará algo só para si.
Fechei os olhos. Senti um formigueiro. As palavras saíram sozinhas, roucas.
— Quero ser fodida sem piedade. Um homem rico, mãos fortes, caralho grosso a encher-me a cona molhada. Faz anos que não sinto isso. O último foi um professor aos 18, no teatro. Ele lambeu-me toda, meteu-me devagarinho, mas depois ignorou-me.
O Clímax Selvagem de Luxo e Luxúria
Corei, mas continuei, o corpo a aquecer.
— Quero luxúria selvagem, gozar gritando num iate, ondas a bater enquanto ele me come por trás.
Hilda afastou-se discretamente. Trinta minutos depois, jantava com Gustave, um homem alto, fato Armani, olhos famintos. Amuse-bouches de caviar com champagne Dom Pérignon, bolhas crepitando na língua. O primeiro prato: beringela derretida com especiarias, como uma carícia na pele. Conversámos, ele devorava-me com os olhos.
O prato principal: carne tenra, suculenta, sangue doce como uvas selvagens. O vinho tinto aquecia-me o ventre. Senti a humidade entre as pernas.
— Vamos para o meu iate na Algarve? — murmurou ele, voz grave.
No helicóptero até lá, mãos dele na minha coxa, seda rasgando.
Chegámos ao iate ancorado na baía, lua cheia, mar calmo. A suíte master: lençóis de seda egípcia, champanhe gelado. Ele despiu-me devagar, beijou o pescoço, cheiro a colónia Creed. Caí de joelhos, agarrei o caralho dele, grosso e duro, veias pulsantes. Chupei gulosa, língua no saco, ele gemia: “Puta deliciosa, engole tudo.”
Deitou-me na cama king size, pernas abertas. Lambeu a minha cona inchada, clitóris latejante, dedos dentro, fodendo-me com eles. Gozei rápido, jatos quentes na cara dele. “Agora fode-me forte!”, gritei. Ele entrou de rompante, caralho a rasgar-me, bolas batendo no cu. Ritmo selvagem, suor misturado ao sal do mar. Virei de quatro, ele puxou o cabelo, meteu mais fundo, mão no clitóris. “Vou encher-te de porra!”, rosnou. Gozei de novo, cona apertando-o, ele explodiu dentro, esperma quente a escorrer.
Ficámos ofegantes, corpos entrelaçados na seda húmida. Ele acendeu um charuto cubano, vinho pétillante nos lábios. Senti-me rainha, privilegiada. Aquela noite curou-me. Livre, saciada, pronta para mais luxúria. De manhã, Hilda piscou: “Volte quando quiser confessar mais.” Saí leve, o sol algarvio a beijar a pele, memória do caralho dele ainda latejando dentro de mim.