Acabei de voltar de Lisboa, ainda sinto o calor da noite portuguesa na pele. Chegamos de jet privado, o ronco suave dos motores ecoando enquanto pousávamos no aeroporto privado. Marc, meu amante, reservou a suíte penthouse no Tivoli, 5 estrelas puro luxo. O elevador subiu devagar, o perfume dele, Creed Aventus, misturado ao meu Chanel No. 5, me deixando tonta de desejo.
Entrei na suíte, o chão de mármore frio sob os saltos Louboutin. Janelas do chão ao teto, varanda enorme com vista para o Tejo brilhando à noite. Desfiz as malas, tirei a camisola de seda preta que mal cobria meus seios. ‘Quero te ver nua aqui fora’, ele murmurou, abrindo uma garrafa de Dom Pérignon. O gás efervescente na boca, bolhas dançando na língua, enquanto ele me beijava, mãos deslizando pela minha bunda.
A Atmosfera de Luxo e o Desejo Crescente
Eu me sentia uma deusa. Nada de joguinhos perto de casa, aqui era anônimo, excitante. Peguei o saco com os brinquedos: algemas de veludo, vibrador de silicone premium, plug anal com joia. ‘Hoje, vamos dar show pros voyeurs da cidade’, eu disse, voz rouca. Ele riu, olhos famintos. O ar quente de Lisboa entrava pela varanda, cheiro de jasmim e mar. Meu corpo tremia de expectativa, a seda roçando os mamilos duros.
Na varanda, luzes suaves, a cidade pulsando lá embaixo. Imóveis altos em frente, janelas iluminadas. Podiam nos ver perfeitamente. Eu me ajoelhei, chupei o caralho dele devagar, saliva escorrendo, gemendo alto. ‘Assim, amor, deixa eles olharem’. Ele gemeu, mãos no meu cabelo.
Ele me algemou às grades da varanda, braços abertos, corpo exposto. O vento quente lambendo a cona molhada. Enfiou o vibrador no cu, no máximo, vibrações rasgando meu interior. ‘Fode minha boca’, eu pedi. Ele obedeceu, pau grosso batendo na garganta. Eu me contorcia, seios balançando, suor misturado ao perfume.
Mudei de posição, de pé contra a coluna, gode com ventosa na cona, pilhando fundo. Ele veio por trás, caralho duro no cu, esticando tudo. ‘Porra, que cu apertado’, grunhiu. Eu gemia, ‘Mais forte, fode essa puta’. Betão frio nos peitos, mamilos roçando, prazer misturado a dor. Vi sombras nos prédios opostos, cortinas se mexendo. Eles assistiam.
Ele cansou, troquei por um plug maior. Peguei um cabide dourado da decoração, a bola grossa no cu. Ele empurrou com força, laborando meu intestino. ‘Vai, arromba meu cu!’, eu gritava. Orgasmo veio como tsunami, cona contraindo, ventosa soltando. Pernas fraquejaram, ele me segurou, som obsceno ao tirar a bola do cu dilatado.
O Clímax Intenso na Varanda Exposta
Durou horas. Fumei um cigarro nua na chaise longue, pernas escancaradas pros voyeurs, dedos na cona lambuzados de porra e mel. ‘Viram tudo, safados?’. Dormi até meio-dia, exausta.
Pequeno-almoço na cama: ovos benedict, frutas exóticas, café forte. Fleumáticos o dia todo, carícias ternas sem sexo. Jantamos no Bairro Alto, vinho verde gelado. No táxi de volta, beijos quentes, motorista espiando.
No hall, uns tipos pediram mais. Marc deu o número do concierge pra chamadas anônimas. Na segunda noite, striptease na varanda, roçando no corrimão. Telefone tocou: ‘Que tetas enormes! Enche o cu dela!’. Respondi vulgar: ‘Olha como ele me fode a cona, agora o cu com a bola’. Sentei rápido, doeu pra caralho, mas enfiei o gode. Ele gozou rápido.
Pra endurecer de novo, chupei com dedo na próstata, massageando fundo. Ele pegou champanhe, sacudiu e enfiou na cona: frio, bolhas explodindo. Gritei, orgasmo eterno com a língua dele. ‘Obrigado, puta, gozamos vendo vocês’.
Um mês sem sexo depois, mas lembro e molho. Privilégio de viver assim: luxo e luxúria pura. Beijos, Inês.