Eu… ainda sinto o calor na pele. Tudo começou nas noites de chat, conversas que ardiam devagar. Primeiro suaves, depois quentes como o sol do Algarve. Eu aqui, sozinha na minha villa, a mão nos seios cheios, descendo para a cona já molhada, dedilhando enquanto te imaginava. Tu no teu escritório chique, e eu a gemer baixinho, pensando no teu pau duro. Que delícia.
Depois, a webcam. Olhos fixos, eu a ver-te a punhetar esse caralho grosso, veias pulsando. Eu abria as pernas, dedos enfiados na buceta encharcada, roçando o clitóris inchado. Mordia o lábio para não gritar. ‘Quero-te dentro de mim’, sussurrava. Extase puro, virtual mas tão real.
A Atmosfera Elétrica no Hotel de Elite
O dia chegou. Escolhi lingerie vermelha de renda francesa, fio dental que roçava a pele como seda. Dirigi o meu Porsche até ao Four Seasons no Chiado, Lisboa. O lobby cheirava a rosas frescas e couro italiano. Tu esperavas na suite presidencial, vista para o Tejo ao pôr do sol. Champagne Veuve Clicquot borbulhava no copo gelado, morangos mergulhados em chocolate belga. Abracei-te forte, o teu perfume Tom Ford Oud Wood invadiu-me. ‘Olá, meu amor… Finalmente’, murmurei no teu ouvido, voz trémula.
Beijámo-nos, línguas enroscadas, famintas. As tuas mãos nas minhas ancas, descendo para apertar as nádegas. Eu sentia a tua ereção pressionar contra mim. ‘Estás tão duro já’, ri baixinho. Desabotoaste a minha blusa de seda, beijaste o pescoço, mordiscaste o lóbulo da orelha. Arrepios. As minhas mãos no teu peito largo, depois no rabo firme. Nem queria que parasse.
Na cama king size, lençóis de algodão egípcio 1000 fios, o ar condicionado sussurrava fresco contra o calor da minha pele. Tirei o vestido, lingerie exposta. Tu gemeste. ‘Quero mamar esses peitos perfeitos.’ A tua boca nos mamilos duros, língua rodando, dentes leves. Eu gemi, arqueando as costas. A mão tua na minha cona, dedos molhados no mel que escorria.
Ajoelhei-me, o teu caralho na minha frente, grosso, cabeça roxa brilhante. Lambi da base às bolas peludas, suguei-as devagar, olhando-te nos olhos. ‘Gostas?’, perguntei provocante. Engoli-o inteiro, garganta relaxada, vaivéns profundos, saliva escorrendo. Tu gemias alto, mãos no meu cabelo. ‘Porra, que boca gulosa.’ Alternava chupadelas rotativas, mão a massagear as bolas cheias.
O Êxtase Selvagem e Sem Limites
Levantei-me, empurrei-te na cama. ‘Agora eu mando.’ Estrangulei o teu pau com a cona depilada, desci devagar, sentindo cada centímetro esticar-me. ‘Ahhh, que pau grosso!’, gritei. Cavalguei forte, subindo e descendo, ancas girando em círculos lascivos. As tuas mãos nas minhas tetas saltitantes, apertando. Beijaste-as, mordeste os bicos. Acelerei, cona apertando o teu caralho, sumos escorrendo pelas tuas bolas.
Viraste-me de repente, missionário selvagem. Prendeste as minhas mãos acima da cabeça, entraste com o glande primeiro, depois todo, fundo. ‘Vou foder-te até gozares!’, rosnavas. Pancadas brutais, bolas batendo no meu cu, pele a chapinhar. Pernas nas tuas coxas musculosas, roçava o clitóris no teu pubis. ‘Mais forte, fode-me a cona! Vou gozar!’, supliquei. Aceleraste, animalesco, suor misturado ao cheiro de sexo e Chanel No.5.
Gozo explodiu. Eu gritei, cona convulsionando no teu pau, esguichando sumo quente. Tu encheste-me de porra grossa, jatos quentes no fundo. ‘Jorras tanto… enche-me!’, gemi. Caíste sobre mim, ofegantes.
Depois, o jet privado Gulfstream nos levou ao Algarve. No iate ancorado na baía de Lagos, brisa salgada da noite portuguesa, estrelas acima. Brindámos com vinho verde pétillant, corpos nus na coberta de teca. Fizemos amor de novo, lento, sob a lua. Senti-me rainha, privilegiada. Este prazer de elite, esta luxúria selvagem num mundo de excessos… inigualável. Tu beijaste-me: ‘Adoro-te assim, puta chique.’ Ri, aninhei-me no teu peito. Momento perfeito, eterno.