Era maio em Lisboa, quente como um verão antecipado. Eu estava nos cais do Tejo, perto da Praça do Comércio, deitada ao sol. Vestido leve de seda preta, colado à pele pelo suor, sem sutiã, os mamilos endurecidos pelo vento salgado. O cheiro do mar misturava-se ao meu perfume Chanel N°5, caro e provocante. Li um pouco, mas o corpo pedia mais: sol na pele, desejo fervendo.
O cais enchia-se de gente bonita. Grupos de homens riam alto, cervejas tilintavam. Dois tipos maniados sentaram-se perto, falantes, na casa dos 45. Dragaram-me sem pudor, chamando-me de “linda putinha loira”. Ri, mas agastei-me com o Marc, o de calças apertadas, volume evidente. Contou histórias de saunas, apontou uma trans rindo com vinho branco. “Aquela vadia tem picha!”, berrou. Calou-me a boca, mas pensei: eu adoro ser mulher, ser fodida como uma.
O Encontro no Cais do Tejo e a Subida da Tensão
Então, vi-o. Elegante, 50 anos, cabelo grisalho, camisa azul clara, calças bege. Olhares cruzaram-se. Sorri, ele sorriu de volta. Timidez no ar, mas fogo nos olhos. Os dois foram-se, convidando-me para gelados… ou mais. Recusei. Fiquei de bruços, vestido subindo, rabo à mostra para ele. Nossos olhares dançavam. Imaginei-o nu, pau duro contra mim.
Ele veio. “Olá, estás bem?” Voz suave, tímida. Sentei-me, pernas roçando. “Adoro homens como tu, maduros, confiantes.” Falámos de livros – eu lia Lobo Antunes, ele Salinger. Dedos tocaram-se no chão quente. Cintura dele contra a minha. “Queres um copo?”, murmurou. “Não, algo mais íntimo. A tua casa?” Ele riu: “Melhor: o meu hotel 5 estrelas no Ritz, depois jet para a minha villa no Algarve. Iate à espera. Vens?”
Coração acelerou. No Ritz, quarto palaciano, champanhe Dom Pérignon gelado, bolhas na língua. Ele beijou-me devagar, mãos na seda, descendo. Cheiro de loção cara, pele quente. Jet privado nos levou ao Algarve em 30 minutos, céu alaranjado. No iate, ondas batendo, villa de luxo à vista: mármore branco, cama king size com lençóis de cetim.
A Foda Selvagem na Villa de Luxo
Na villa, nuos. Ele de pau médio, grosso na base, vermelho, latejante como de cão no cio. Eu, cona molhada, depilada, rosada. “Quero-te na boca primeiro”, disse. Ajoelhei no tapete persa, engoli-o todo, garganta funda, baba escorrendo. Ele gemia: “Caralho, que boca gulosa!” Lambi as bolas peludas, pré-gozo salgado.
“Agora fode-me!”, implorei. Na cama de cetim, de quatro, rabo empinado. Ele rasgou o preservativo, lubrificou. Glande na minha entrada, empurrou devagar. “Que cona apertada, tesouro!” Largura crescente encheu-me, base peluda contra a minha raie. Fodia ritmado, mãos nas ancas, “Vou rebentar-te o cu… espera, a cona!” Batia forte, pubis no clitóris, eu gritava: “Mais! Fode-me como puta!”
Mão dele no meu clitóris, dedos grossos masturbando. “Goza na minha mão!” Eu tremia, cona contraindo no pau dele. Jorra de sumo, pernas fracas. Ele acelerou, “Vou gozar!”, encheu o camisão. Retirou, esperma pingando. Caímos exaustos, suor misturado ao cheiro de sexo e maresia.
Deitados, vinho pétillant na pele. Senti-me rainha: jet, iate, villa – luxo puro. Ele, Marc, beijou-me: “Foste incrível.” Sorri, satisfeita, corpo dormente de prazer. Noite portuguesa perfeita, desejo sem tabus. Quero mais.