Acabei de voltar dessa loucura. Meu coração ainda acelera. Eu, Ana, portuguesa de 45 anos, casada mas faminta por aventura. Meu marido? Fora, caçando suas próprias presas. Eu queria mais. Encontrei João num bar do Ritz, em Lisboa. Ele, 50 anos, olhos profundos, cheiro de Creed Aventus que me deixou tonta. Terno impecável, mãos fortes. Conversamos sobre vinhos, mas o ar estava carregado. Ele sussurrou: ‘Quero te levar para outro mundo.’ Aceitei.
O quarto no 5 estrelas era um sonho. Lençóis de seda egípcia roçando minha pele nua. Vela de Tom Ford no ar, doce e amadeirado. Brindamos com Dom Pérignon, bolhas frias explodindo na língua. Ele me beijou devagar, boca macia na minha nuca. Senti sua ereção contra mim. ‘Espera’, disse eu, tremendo. ‘Vamos devagar.’ Mas meu corpo traía. Dedos dele escorregando pela minha saia de couro, tocando a renda da calcinha. Eu gemi baixinho. A noite lisboeta entrava pela varanda, quente, salgada do Tejo.
A Tensão no Hotel de Luxo e o Voo Proibido
De repente, ‘Jet privado te espera’, ele disse. Meu Deus. Em meia hora, estávamos no ar rumo à Algarve. No jato, só nós. Eu no colo dele, saia levantada. Ele chupava meus mamilos através da blusa de seda. ‘Sua cona já está molhada pra mim?’, perguntou, dedo invadindo. Sim. Molhada como nunca. Aterrizamos na pista privada. Carro nos levou ao iate ancorado na baía de Lagos. Luxo puro: deck de teca, jacuzzi borbulhando.
No iate, a coisa explodiu. Ele me jogou no colchão king size da suíte master. Rasgou minha blusa. ‘Quero te foder agora.’ Tirei a roupa dele, caralho grosso saltando pra fora. 20 cm de pau duro, veias pulsando. Caí de joelhos, engoli tudo. Salgado, quente. Ele gemia: ‘Boa puta, chupa mais fundo.’ Eu babava, garganta aberta. Ele me virou de quatro, cuspiu na minha cona e meteu fundo. Cada estocada batendo no útero. ‘Mais forte!’, eu pedia. O iate balançava com as ondas, calor da noite grudando suor em nós.
O Êxtase Selvagem no Iate e a Villa Privada
Passamos pro anal. ‘Quero teu cu apertado.’ Lubrificante de luxo na mesinha. Ele untou, dedo primeiro. Doía gostoso. ‘Vai devagar… ah, fode!’ Ele enfiou o caralho inteiro, devagarinho. Eu gritava de prazer, mão no clitóris. Orgasmo veio como tsunami, corpo convulsionando. Ele acelerou, puns de 30 por minuto. ‘Vou gozar no teu cu!’ Jatos quentes enchendo o preservativo. Caímos exaustos, vinho gelado na pele.
Na villa na Algarve, amanheceu. Piscina infinita, vista pro mar. Tomamos café nus, ele me comendo de novo na chaise longue. Boca na cona, língua rodando o grelo inchado. Gozei na cara dele. Depois, ele me comeu missionário, olhos nos olhos. ‘Você é minha deusa.’ Senti-me rainha. Privilégio puro: esse homem rico, esse mundo exclusivo. Voltei pra Lisboa de jet, pernas moles, cona dolorida mas feliz. Meu segredo. Quero mais. Já sinto falta do cheiro dele na minha pele.