Acabei de aterrissar de jet privado em Lisboa, o ar quente da manhã portuguesa envolvendo-me como um amante. Check-in no hotel 5 estrelas no Bairro Alto, mas rumamos direto para a nossa villa exclusiva em Cascais. Piscina infinita com vista para o Atlântico, cheiro de jasmim e sal marinho. Fiz meu jogging pela falésia, suor escorrendo pelas minhas curvas generosas, loira platinada colada na pele.
Entro no pátio de mármore, tiro o short justo e o top. O chuveiro italiano despeja água morna, como chuva tropical, escorrendo pelo meu ventre, endurecendo os mamilos. Sinto a seda do ar condicionado misturada ao vapor. Sem secar, deito no chaise longue de couro italiano, nuas nádegas relaxando ao sol. Hmm… que delícia essa liberdade.
A Chegada Explosiva de Desejo no Paraíso Português
Voices… vozes masculinas do andar de cima. Da janela aberta do escritório. Enrolo a toalha felpuda egípcia e subo. Meu marido, Miguel, e o chefe dele, Ricardo di Stefano, italob português, curvados no laptop. ‘Oh, amor, já voltaste? Ricardo, esta é Sofia, minha mulher. Correste bem?’
‘Perfeitamente. Mas tu, Miguel, devias treinar. Prazer, senhor Di Stefano. Dizem que és o rei da empresa.’ Ele ri, olhos castanhos devorando-me. Alto, ombros largos, bronzeado perfeito de iates. Aperto a mão dele – firme, quente, envelope minha palma. ‘Do alto vê-se tudo melhor, não? Encantado, Sofia. As fotos no gabinete de Miguel não te fazem justiça.’
Corro, mas sorrio. ‘Fica para almoço? Grelhados à beira da piscina, vinho espumante algarvio.’ Ele aceita, olhos fixos nos meus seios sob a toalha. Visto calça branca colante, blusa de seda translúcida, perfume Chanel No5 pairando. O calor da cozinha, aroma de gambas grelhadas, vinho borbulhante gelado na boca.
Durante o almoço, olhares cruzam. Ele elogia minha elegância, bate nas costas de Miguel. ‘Como arranjaste gazela assim?’ Miguel ri forçado. A tensão sobe, como o calor da noite portuguesa que se avizinha. ‘Piscina antes do sobremesa?’, sugiro, voz rouca.
O Êxtase Cru e o Depois Inesquecível
‘Não trouxe fato de banho.’ ‘Miguel empresta.’ Mas cai largo. ‘Sou naturista.’ Pausa. Olho Miguel. ‘Então todos nus.’ Despimo-nos devagar. Seios pesados balançam, colar de ouro roçando um mamilo. Minha cona depilada, lisa, exposta – segredo que nem Miguel conhecia há meses. O pau dele, grosso mesmo mole, balança. Mergulho, água a 26 graus chocando a pele.
Ele nada perto, coxas musculosas roçando. Dedos tocam minha bunda debaixo d’água. Miguel nas escadas, pau semi-duro. ‘Sobremesa és tu, amor’, diz ele. Ricardo ri, puxa-me contra o peito dele. Beijo molhado, língua invadindo, gosto de vinho nele. ‘Quero-te agora’, murmura.
Empurra-me à borda, pau duro como ferro contra minha cona molhada. ‘Fode-me’, gemo. Ele entra de rompante, caralho enorme esticando-me, batendo fundo. Água espirra, gemidos ecoam. ‘Que cona apertada, Sofia. Melhor que qualquer iate.’ Eu cavalgo, seios saltando, unhas cravando costas dele. Miguel masturba-se vendo. Viro, chupo o caralho dele, bolas salgadas na boca, enquanto ele me fode por trás, tapa na bunda ecoando.
Gozo gritando, cona contraindo no pau dele. Ele enche-me de porra quente, escorrendo pernas. Caímos na água, ofegantes. Horas depois, no iate para Algarve, champanhe Dom Pérignon, sol poente. Sinto-me rainha – privilégio de luxúria pura, sem culpa. Miguel beija-me: ‘Foste incrível.’ Ricardo sussurra: ‘Volto pelo yacht.’ Essa liberdade… vicia.