Acabei de voltar dessa loucura e ainda sinto o corpo a pulsar. Eu, uma lisboeta de 28 anos, pele morena, cabelos negros soltos até à cintura, curvas que fazem virar cabeças. Adoro o luxo, o cheiro de couro novo, a brisa quente da noite portuguesa. Tudo começou no Four Seasons Ritz Lisboa, suite com vista para o Tejo. O ar estava carregado de jasmim e o meu perfume Tom Ford Oud Wood, amadeirado, sensual. Ele apareceu no bar, francês, uns 35, fato slim cinza, relógio Rolex que brilhava sob as luzes douradas. ‘Inês, és ainda mais linda ao vivo’, disse com sotaque sexy, os olhos fixos nos meus decotes.
Pedimos Veuve Clicquot, gelado, bolhas crepitando na língua, doce como pecado. Falámos de viagens, ele casado mas ‘aberto’, eu solteira e faminta por aventura. A mão dele roçou a minha coxa por baixo da mesa de mármore. ‘Queres vir no meu jet para o Algarve? Iate à espera.’ Hesitei? Nem por sombras. O calor subia, a saia de seda preta colava-se à pele suada. No jet privado, só nós dois, champagne rosé, turbulência que nos atirou um ao outro. Beijei-o primeiro, língua quente, mãos nos cabelos dele. Chegámos à marina de Lagos ao pôr do sol alaranjado, o iate branco reluzente, 30 metros de puro luxo.
A Montante da Tensão no Hotel e Jet Privado
Jantar na coberta: lagosta grelhada, vinho verde pétillant, fresco e ácido, sal marinho no ar. Vesti um robe de seda vermelha, transparte, sem nada por baixo. Ele, camisa desabotoada, músculos definidos. ‘Mostra-me a lingerie nova’, pedi, rindo. Estendi no beliche os conjuntos vermelhos de La Perla que comprara em Lisboa – sutiã de renda, fio dental que mal cobria o cu. ‘Queres desfilar?’, provocou ele. ‘Talvez… mas sem pressa.’ Sentámo-nos no sofá de couro, filme a rolar – um thriller qualquer, mas quem liga? Ele cheirava a Creed Aventus, fresco e picante. Aproximou-se, pernas longas dela epiladas roçando as minhas.
A mão dele na minha cintura, subindo devagar. ‘Estás molhada?’, sussurrou. ‘Vem ver.’ Levantei o robe, mostrei a cona depilada, já inchada de desejo. Ele gemeu, dedos traçando o elástico do fio dental. Desabotoou a camisa, eu desci a braguilha, agarrei o caralho duro, grosso, veias pulsantes. Chupei devagar, saliva escorrendo, bolas cheias na mão. Ele puxou-me para o beliche da suite master, lençóis de algodão egípcio 1000 fios. ‘Deixa-me amarrar-te’, disse, usando as minhas meias de seda. Braços acima, imobilizada, excitante passividade. Nu, ajoelhou-se nas minhas coxas, despiu o robe. ‘Que cu perfeito’, murmurou, lambendo os mamilos duros, mordendo suave.
O Sexo Selvagem no Iate e a Luxúria Total
Abriu a gaveta: lubrificante, preservativo. Enfiou dois dedos na cona, molhada, depois no cu apertado. ‘Vai devagar, amor.’ Guiou o caralho, cabeça grossa forçando entrada. Senti o estiramento, dor misturada com prazer, gemendo alto. Ele empurrou lento, centímetro a centímetro, até ao fundo. ‘Fode-me o cu, mais forte!’ Acelerou, bolas batendo na pele, mãos no clitóris, esfregando firme. O iate balançava com as ondas, calor da noite algarvia a queimar. Gritei, orgasmo rasgando, cona esguichando. Ele explodiu dentro, enchendo o preservativo, corpo tremendo. Chupei o resto, limpando o caralho mole, gosto salgado na boca.
Desamarrou-me, deitamos abraçados na villa ao lado do iate, piscina infinita com vista para o mar negro. Corpo dele quente contra o meu, mão nos seios, ainda sensíveis. ‘Isto foi… privilegiado’, sussurrei. Dormi com o cheiro dele na pele, sabendo que vivi o crème de la crème: luxo e luxúria pura. Amanhã? Quem sabe, mas esta memória é minha joia eterna.