Oi, eu sou a Inês, Inês Oliveira, tenho 34 anos, moro em Lisboa. Sou jogadora profissional de poker, vivo bem disso. Não sou bilionária, mas pago minhas contas, viajo pros torneios e me permito luxos. Solteira, amantes casuais… adoro o jogo, o risco, o desejo.
Estava no Bairro Alto Hotel, 5 estrelas no coração de Lisboa. Noite quente, ar perfumado com jasmim e mar. Barman, um rapaz charmoso chamado Miguel, me serve um vodka martini, shaken, gelado, uma azeitona. Conversamos. Ele diz: ‘Tem uma partida privada lá atrás, jogadores de elite. Quer entrar?’
A Partida Secreta no Hotel de Elite
Por quê não? Sigo ele por uma porta discreta. Sala pequena, mesa de feltro verde, luz baixa. Quatro jogadores: três homens, uma mulher elegante. Eu, a quinta. Apostas altas, 500 euros mínimo. O alfa é o Tomás, olhos penetrantes, terno Tom Ford, cheiro de Creed Aventus. Ele bebe água com gás. Perigoso.
Observo. Eu uso um vestido de seda preta, decote sutil, cabelo solto ondulado. Removo uma mecha devagar, distraiu-os. Jogo conservador no início. Decifro os tics: a loira pisca rápido com boa mão, o jovem mexe no relógio. Tomás? Impossível. Perco fichas, mas resisto.
Ele sobe a aposta. Só nós dois. ‘Que tal algo mais excitante, Inês? Sua calcinha contra 2000 euros.’ Olho nos olhos dele. ‘Feito.’ Vou ao banheiro, tiro o string de renda preta, volto e jogo na mesa. Eles congelam. Distribuem. Peço três cartas. Ele também.
‘Três setes.’ Ele mostra carré. Eu viro: ‘Carré de oitos.’ Ganhei. Rio, pego as fichas e o string. Visto devagar, sob a saia, sentindo olhares famintos. ‘Boa noite.’ Deixo bilhete pro Miguel: ‘Quarto 512. Inês.’
Explosão de Prazer no Iate e Villa
Duas horas depois, batida na porta. Tomás, camisa aberta, sorriso predador. ‘Você é fogo.’ Brindamos com champanhe Dom Pérignon, bolhas no paladar, frio na língua. Ele me leva: jet privado pro Algarve. No ar, mãos dele na minha coxa, seda escorregando. Cheiro de couro e seu perfume. ‘Quero você agora.’
No iate ancorado na baía de Lagos, noite portuguesa quente, estrelas piscando. Vento salgado na pele. Ele me despe, beija pescoço, morde. ‘Sua buceta é linda, molhada pra mim.’ Eu gemo, abro as pernas. Dedos dele entram, profundos, ritmados. ‘Chupa meu pau, Inês.’ Ajoelho, engulo grosso, veias pulsando, salgado na boca. Ele geme baixo.
Me joga na cama de rede, solta. Enfia a língua na minha buceta, chupa o clitóris, forte. ‘Deliciosa, puta luxuosa.’ Gozo tremendo, ondas quentes. ‘Fode-me agora!’ Ele entra, pau duro, estocadas selvagens. Peitos balançando, unhas nas costas dele. ‘Mais fundo, caralho!’ Mudo posição, de quatro, ele bate na bunda, vermelha. ‘Toma tudo, sua vadia.’
No quarto da villa em cliffs, lençóis de algodão egípcio, vista pro mar. Ele me come de lado, mão no pescoço, outra no clitóris. ‘Goza no meu pau.’ Explosão, sucos misturados, suor brilhando. Ele goza dentro, quente, enchendo-me. Colapso, ofegante.
De manhã, café com vista, frutas frescas, ele diz: ‘Foi insano.’ Sorrio, pernas doloridas, buceta latejando de prazer. Privilégio puro: luxo e luxúria sem freios. Volto a Lisboa de jet, memória gravada na pele. Quero mais.