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A Noite Sem Calcinha no Hotel 5 Estrelas de Lisboa

Ai, este torneio de vôlei de praia VIP em Cascais matou-me… Mas ganhámos! Estou ansiosa por tirar este short justo que me aperta e o top encharcado de suor. Nos balneários do Ritz, o ambiente é elétrico. As raparigas estão eufóricas, rimos, beliscamos, empurramo-nos debaixo do chuveiro quente. O vapor cheira a gel de banho La Mer, luxuoso e fresco.

Depois do duche, desastre. Roubaram-me a toalha e as calcinhas! Eu que adoro estas brincadeiras, mas agora… nua no meio de todas, procuro aflita. Finalmente, dão-ma. Seca, mas sem cueca. “Meninas, não sejam más, levo saia!” Elas riem. “Pelo menos o sutiã, senão nota-se tudo na receção!” Rendem-se ao sutiã, mas as calcinhas? Nem pensar.

A Montada da Tensão no Ritz de Lisboa

Vinte minutos depois, no lobby do hotel, 5 estrelas puro: mármore reluzente, lustres de cristal, cheiro de jasmim e Chanel No.5. Fico com as nádegas ao léu sob a saia plissada de seda. Laurinha e Sandra sorriem maliciosas, roçam-se em mim ao passar, beliscam-me o rabo. Sinto o ar fresco entre as coxas, o coração acelera. Medo de alguém descobrir, mas… hum, excita-me. Os meus mamilos endurecem contra o tecido fino.

Copos de Dom Pérignon fluem na receção VIP. O clube paga-nos o jantar no restaurante do hotel, vistas para o Tejo. Álcool aquece-me as veias. Aceito o jogo. Laurinha sussurra: “Nada de pôr calcinhas nas casas de banho, senão pagas!” Sem outras, só levanto a saia para mijar. Saio húmida, os pelinhos molhados, ar fresco a arrepiar a cona.

O Clímax Selvagem no Jardim Privado

Elas atacam-me à saída: “Vamos verificar.” Laurinha mete a mão sob a saia, dedos no pubis. “Que cabra, nem te limpaste!” Espalha a urina nos meus pelos. Paraliso, clítoris incha. Ela lambe os dedos, safada. Coro, mas molho-me mais. No carro do treinador, para o jantar, elas tentam mãos nas coxas. Unhas cravam, coxas ardem.

No restaurante, mesa longa, velas, vinho verde pétula. Eu no fim, Sandra à direita, Laurinha à frente. Pés dela entre os meus, sobe ao molho. “Chiu…” diz, dedo nos lábios. Enrubesço, cona palpita. Pés abrem-me as coxas, dedão no clitóris. Molho-me toda, leite escorre. Sandra ri: “Vês os teus peitos? Duros como pedras.”

Laurinha penetra-me com o dedo do pé, depois no cu. Gemo baixo, balanço o rabo. Quase gozo. “Vai tomar ar,” diz o treinador. Saio cambaleante, jardim privado do hotel, noite quente portuguesa, brisa salgada do mar.

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