Era uma noite de verão quente em Lisboa, com aquela brisa do Tejo que acaricia a pele. Meu amor e eu, sem as crianças, voamos de jet privado direto para o Four Seasons. O cheiro do meu perfume Tom Ford Oud Wood pairava no ar, misturado ao frescor das lençóis de seda egípcia. Eu, Inês, 35 anos, corpo esguio pós-duas gestações, seios firmes e cheios, me sentia renascer.
Deixei-o no spa enquanto eu mergulhava num massage tailandês no hotel. As mãos quentes deslizavam óleo de argan na minha pele, roçando meus mamilos eretos. Saí relaxada, depilada a laser na virilha, pele macia como pétala. Ele me esperava nu, pau semi-duro. Sorri, ajoelhei e chupei devagar, sentindo o gosto salgado dele na boca. No espelho enorme, via meu reflexo safada, olhos brilhando. ‘Imagina outro homem aqui’, sussurrei. Ele gozou forte na minha garganta, esperma quente escorrendo.
A Atmosfera Elétrica no Coração de Lisboa
Vestimos-nos elegantes para o jantar no rooftop, champagne Dom Pérignon borbulhando na taça, gosto cítrico e fresco. Encontramos João e Marta, um casal chique de 38 anos. Ele, alto, olhos verdes, corpo atlético do golfe no hotel. Ela, morena curvilínea, seios fartos. Conversa flui com vinho verde gelado, risadas sobre fantasias. ‘Eu sonho em dividir meu homem’, confesso, ruborizada pela brisa quente. Os olhares se acendem. ‘E nós, adoramos trocar’, diz Marta, mão na coxa dele.
Subimos pro iate privativo no Algarve via helicóptero ao amanhecer, mas a tensão ferveu à noite na suíte. Voltamos à vila de luxo deles, vista pro mar, piscina infinita iluminada.
No salão de mármore, digestivo de medronho forte. Ele me beija, mão no meu vestido de seda preta. João se aproxima, toca minhas costas. ‘Deixa eu te provar’, pede. Ajoelho, abro a braguilha dele: caralho grosso, veiudo, sem cueca. Chupo guloso, bolas na mão, saliva escorrendo. Meu homem baixa minha calcinha, lambe minha cona molhada, dedos enfiados fundo. Marta se masturba no sofá de couro, gemendo.
O Clímax Selvagem no Iate e Vila Privada
‘Quero te foder’, diz João. Capa no pau dele, eu monto reverso, cona esticada, vendo no espelho ele entrar devagar. Meu amor lambe meu clitóris inchado enquanto João me arromba. Marta senta na cara dele, seios balançando nos meus. ‘Chupa minha buceta’, ordeno a João, empurrando sua cabeça. Dedos no cu dele, dois, três, ele geme na minha carne.
Mudo: levrette pro meu homem me comer forte, cu piscando. João na minha boca, gozando na capa. Eu viro, chupo Marta, língua no clit dela doce, dedos na cona dela encharcada. ‘Fode meu cu!’, peço ao meu amor, lubrificante de baunilha escorrendo. Ele entra devagar, dor prazerosa, esticando meu anel. João me fode a boca, Marta lambe meus peitos. Gozo gritando, corpo tremendo, squirt no mármore frio.
Ele goza no meu cu, quente jorrando. João enche Marta, nós lambemos tudo, beijos pegajosos.
Deitados na cama king size, suor misturado ao cheiro de sexo e maresia, abraçados aos quatro. ‘Isso foi… divino’, sussurro, coração batendo forte. Privilégio puro, luxo virando luxúria selvagem. Nunca esquecerei essa noite portuguesa, onde o desejo reinou sem tabus. Amanhã? Quem sabe…