Há semanas, o meu amor, que chamo carinhosamente de meu doce, queixava-se de que eu não era atenta o suficiente ao seu prazer. Eu ouvia, apaixonada, mas ele nunca dizia exatamente o que queria. Uma noite, exausta do trabalho, ele disse: ‘Falei com a Inês, ela conhece a Dona Cláudia, especialista em ensinar mulheres a darem prazer perfeito. Vai ter com ela.’ Não quis discutir. Dias depois, lá estava ela no nosso apartamento, elegante, com um perfume Chanel No. 5 que me envolveu como um abraço quente.
‘Vem passar o fim de semana comigo, no Four Seasons em Lisboa. Vou ensinar-te a obedecer e a desejar.’ A sua voz era seda pura. Aceitei, excitada pela promessa. Sexta-feira, 22h, cheguei ao hotel. Suite presidencial, vista para o Tejo, o ar quente da noite portuguesa a acariciar a pele. Ela usava um robe de cetim negro, copo de champanhe Veuve Clicquot na mão. ‘Despicha-te, aqui eu mando. Nuas, as mulheres aprendem mais rápido.’
A Chegada ao Éden de Luxo e a Tensão Crescente
Hesitei. Um estalo leve do chicote de couro fino no ar. Tirei tudo, mãos a tapar a cona depilada. ‘Mãos atrás da cabeça, pernas afastadas.’ Senti-me exposta, vulnerável, o coração a bater forte. O quarto cheirava a jasmim e almíscar. Jack, o seu servo nu e dotado, apareceu, calvo, corpo perfeito. ‘Ele ajuda no treino.’ Ela circulou-me, tocando os seios, a barriga. ‘Odeio pelos. Jack, prepara-a.’ Ele levou-me à casa de banho de mármore, deitou-me numa mesa aquecida. Rasoir antigo, espuma cremosa, removeu cada pelo da minha cona, cu, axilas. O bálsamo depois, cheiro de sândalo, pele macia como seda.
Voltei à suite, ela sorriu. ‘Inclina-te, mãos na mesa.’ Frio do gel no cu, dedo dela a entrar devagar. ‘Tão apertadinha… Amanhã, no jet para Algarve, vais aprender mais.’ Jack inseriu um plug pequeno, metálico, frio no início, depois quente. Prendi-me à cama king size, sem lençóis, só correntes de veludo. Dormi mal, o plug a pulsar com cada movimento, pensamentos safados a invadir-me.
O Êxtase Selvagem no Iate e a Luxúria Desenfreada
Manhã, jet privado nos levou ao Algarve. Iate ancorado na baía, villa de luxo na falésia. Dona Cláudia: ‘Hoje, foda sem filtro.’ No deck, sol a queimar a pele nua, ela mandou Jack chupar-me a cona, língua experiente no clitóris inchado. ‘Agora, o teu colega chega.’ Outro homem, nu, pau duro. Ela: ‘Chupa-o, aprende a servir.’ Engoli o caralho dele, grosso, venoso, saliva a escorrer. Ela fodeu-me com um strap-on enorme, lubrificado, rasgando o cu dilatado pelo plug. ‘Grita, puta luxuosa!’ Dor misturada com prazer, ondas no iate a intensificar.
Depois, ela deitou-me no colchão de cashmere, Jack a foder-me a cona molhada, pau latejante, bolas a bater. ‘Mais fundo!’ Gozei gritando, squirt no deck, champanhe a escorrer nos seios. Ela lambeu, dedos no cu, dupla penetração com vibrador. Caralho dele na boca, porra quente a engolir. Horas de luxúria selvagem, suor, gemidos, o sal do mar no ar.
No fim, na villa, massagem com óleos essenciais, ela marcou-me com beijos nos glúteos. ‘Voltas melhor para ele.’ Senti-me privilegiada, corpo dolorido mas saciado, o privilégio de um prazer assim, num mundo de jets e iates. Nunca me senti tão viva, tão dona do meu desejo. Foi… transcendental.