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Minha Aventura Luxuriosa: De Lisboa ao Iate na Algarve

Ontem… ainda sinto o corpo a tremer. Cheguei ao Four Seasons em Lisboa ao fim da tarde. O ar quente da noite portuguesa envolvia-me, misturado ao perfume Chanel No. 5 que borrifei no pescoço. A receção, mármore frio sob os saltos altos, o som suave do piano no lobby. Suite presidencial, vista para o Tejo. Desfiz a mala, o vestido de seda preta deslizando pela pele, arrepios. Liguei para ti, amor, mas não contei nada. Ainda.

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Ele apareceu às nove. Ricardo, o cliente da produtora, homem de 40, elegante, fato Tom Ford. Olhos que devoram. Jantar no rooftop, champanhe Dom Pérignon gelado, bolhas a rebentar na língua, sabor cítrico e luxo. Falámos de filmes, mas os olhares… quentes. A mão dele na minha coxa sob a mesa, subindo devagar. ‘Queres vir comigo?’, sussurrou. Hesitei. ‘Sim.’ Jet privado no aeroporto, 30 minutos até Algarve. Interior couro macio, luzes ténues, o ronco suave dos motores. Beijámo-nos ali, línguas urgentes, o cheiro do seu aftershave Creed misturado ao meu desejo.

A Noite Mágica no Hotel de Luxo

Aterrámos na villa dele, isolada na falésia. Piscina infinita, mar ao fundo. Mas fomos direto ao iate ancorado. Noite algarvia, brisa salgada, estrelas. Copos de vinho verde pétillante, fresco e ácido. Ele despiu-me devagar, a seda caindo, peitinhos firmes ao ar, mamilos duros. ‘Estás linda, Maria.’ As mãos dele, fortes, nos meus seios, apertando. Eu gemi, já molhada.

No convés, almofadas de cashmere. Ele ajoelhou-se, língua no meu clitóris, chupando devagar. ‘Oh, Ricardo… assim…’ Lambeu as minhas pequenas-lábios, enfiou a língua na cona, molhada e aberta. Eu tremia, cheiro do mar e do meu sexo. Ele ergueu-me as pernas, dedo no cu, rodando. ‘Queres o meu caralho aqui?’ ‘Sim, fode-me o cu.’ Ele lubrificou com saliva, o pau médio mas duro, grelha roxa. Empurrou devagar, o anel do cu a abrir, dorzinha boa. ‘Devagar… ah, fode!’

O Êxtase Selvagem no Iate

Ele meteu todo, bolas a bater nas nádegas. Eu cavalgava, cona exposta, dedos no clitóris. ‘Mais forte, caralho!’ Ele bombava, mãos nas minhas ancas, suor a pingar. Virei de quatro, cu no ar, ele enfiou fundo, esticando-me. ‘Gostas do meu pau no teu cu apertado?’ ‘Amo, fode-me como uma puta!’ Mudou, pau na boca, sujo do meu cu. Chupei, bolas na língua, garganta funda. ‘Boa rapariga.’ Gritei quando gozei, cona a pulsar, squirt no convés.

Ele virou-me, pau na cona agora, fodendo selvagem. ‘Vou gozar no teu cu!’ Puxou fora, enfiou no cu de novo, jatos quentes dentro. Senti o esperma a escorrer, quente, pegajoso. Caímos exaustos, corpos colados, o mar a balançar o iate.

De manhã, villa, pequeno-almoço com vista. Duas idas ao chuveiro, corpos lavados mas memórias gravadas. Voltei de jet, pernas moles. Amor, isto foi o nosso segredo luxuoso. Senti-me rainha, puta privilegiada. Quero mais. O cheiro do sal ainda na pele, o prazer… eterno.

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