Ainda sinto o calor da noite portuguesa na pele. Cheguei a Lisboa no meu jet privado, o ronco suave dos motores ecoando como um convite ao pecado. O ar cheirava a jasmim e sal do Tejo. No Ritz Four Seasons, o lobby era puro ouro e mármore, lustres de cristal piscando como estrelas caídas. Ele esperava por mim no bar, o meu amante, um homem de olhos escuros e fato Tom Ford que custava mais que o meu salário anual. ‘Vem cá, minha portuguesa safada’, murmurou, a voz rouca de desejo.
Subimos à suite presidencial. A vista para o castelo de São Jorge era hipnótica, luzes da cidade dançando lá em baixo. Ele abriu uma garrafa de Dom Pérignon Vintage, o borbulhar fresco enchendo taças de cristal Baccarat. Bebi devagar, sentindo as bolhas explodirem na língua, doces como promessas. Ele aproximou-se, a mão grande deslizando pela minha coxa, por baixo do vestido de seda preta da Dior. ‘Estás molhada já?’, perguntou, os dedos roçando a renda das cuecas. Eu gemi baixinho, sim, estava. O perfume dele, Creed Aventus, misturava-se ao meu La Vie Est Belle, criando uma nuvem afrodisíaca. Caí no sofá de couro italiano, as pernas abrindo-se devagar, o coração acelerado.
A Montada da Tensão no Luxo Exclusivo
Deixei o vestido escorregar, a seda fria contra a pele quente. Ele beijou o meu pescoço, mordendo leve, enquanto eu desabotoava a camisa dele, sentindo os músculos duros. ‘Quero-te agora’, sussurrei, puxando-o para mim. Mas ele sorriu, malandro. ‘Vamos para o Algarve, no iate. Lá sim, vamos foder como animais.’ O jet nos levou em menos de uma hora, o céu estrelado sobre o Atlântico. Chegamos à marina de Vilamoura ao amanhecer, o iate de 50 metros brilhando, tripulação discreta desaparecendo.
No iate, ancorado na baía, o sol nascente tingia tudo de ouro. Subimos à villa privada na falésia, piscina infinita com vista para o mar. Lá, a luxúria explodiu. Eu atirei-me na cama king size, lençóis de fio 1000 egípcios. ‘Fode-me forte’, ordenei, abrindo as pernas. Ele rasgou as minhas cuecas, a cona já latejando, molhada de sumo grosso. O caralho dele, grosso e veiado, entrou de uma vez, esticando-me até doer de prazer. ‘Caralho, estás tão apertada’, grunhiu, bombando fundo, as bolas batendo no meu cu.
O Clímax Selvagem e o Êxtase Final
Eu gemi alto, unhas cravadas nas costas dele, o suor escorrendo, misturando-se ao cheiro de sexo e maresia. Virei-me de quatro, o espelho mostrando a minha bunda redonda rebolando. ‘Mais fundo, fode o meu cu agora!’, implorei. Ele cuspiu na rola, enfiou devagar, o ânus ardendo, dilatando-se em êxtase. Metia selvagem, mãos nos meus seios, beliscando os mamilos duros como diamantes. Gozei primeiro, o corpo convulsionando, esguichando sumo na cama de luxo, gritando ‘Porra, sim!’. Ele veio logo depois, enchendo-me o cu de porra quente, jatos grossos escorrendo pelas coxas.
Depois, deitados na varanda da villa, nuos sob o sol morno, bebemos vinho verde gelado, o gosto ácido e fresco na boca. O corpo dele ao meu lado, marcado pelas minhas unhas. Senti-me rainha, privilegiada, num mundo onde luxo e luxúria se fundem. Aquela noite, aquele iate, aquela villa – foram meu paraíso proibido. Ainda tremo só de lembrar. Quero mais. Sempre mais.