Acabei de voltar dessa loucura. Estava no Tivoli Palacio de Seteais, em Lisboa, um hotel 5 estrelas com vistas para o Tejo que deixam qualquer um sem fôlego. O ar cheirava a jasmim e Chanel No. 5, a seda do robe roçava a minha pele como um amante preguiçoso. O meu marido? Distante, sempre no telemóvel com negócios. Há meses sem sexo decente, só memórias e os meus dedos como paliativo. Desci à boutique do hotel, vi uma saia de couro camel, curta, justa, botões à frente. Toquei o tecido macio, antilope verdadeira. O vendedor, Ibrahim, um senegalês imenso, carismático, com riso grave e olhos que devoram. ‘Experimenta, minha linda’, disse ele, voz rouca. Entrei na cabine, despi a robe, só de tanga. Ele bateu: ‘Porquê não tiras tudo?’. Ri, mas o calor subiu. Vestida só com a saia e um top fino, saí para o espelho. ‘Sexy demais, dá-te 25 anos’, elogiou. Comprei, 50% de desconto, o diabo do homem convenceu-me.
De volta ao quarto, mostrei ao marido. ‘Estás louca? Pareces puta!’, gritou. Discutimos, ele virou costas. Fumei no terraço, a noite quente portuguesa a abraçar-me. Ibrahim e os seus, Ahmed e Boubacar, jovens atléticos, negros como ébano, apareceram no bar do hotel – convidados de um evento VIP. ‘Vem tomar chá connosco’, convidou Ibrahim. Aceitei, a saia subindo perigosamente. No lounge privado, chá de menta quente, doce, aroma exótico. Falámos de tudo, tutearam-me, mãos roçando coxas. ‘Fazias amor comigo?’, perguntou Ibrahim, palma pesada na minha perna nua. Ri nervosa, mas a cona latejava. Os jovens sumiram, só nós. Beijou-me, língua pimentada invadindo, mãos nos meus peitos livres. ‘Estás molhada, puta safada’, murmurou, dedos na minha fenda.
A Tensão no Hotel de Luxo em Lisboa
Jet privado nos levou ao Algarve ao amanhecer, champagne Dom Pérignon borbulhante no céu. Chegámos à villa de luxo, mas o iate esperava na marina exclusiva. No deck, sob estrelas, brisa salgada. Ibrahim despiu-me devagar, botões da saia abrindo como promessas. ‘Olha esta cona raspada, inchada’, disse, chupando o clitóris até eu gemer. Ahmed trouxe capotes, Boubacar fotografou o meu sexo aberto, perola inchada. ‘Fode-me, caralho!’, implorei. Ibrahim, obeso mas forte, enfiou o pau médio, gordo, em mim, missionário pesado, suando. ‘Mais forte, pica-me!’, guiei-lhe as bolas. Mudámos para bougie, pernas no ar, ele bombava fundo, eu gozei gritando, ondas do mar ecoando.
Explosão de Prazer no Iate Privado
Boubacar, deus negro jovem, tomou o lugar. Pau perfeito, verde capote. De quatro, fodeu-me como animal, caralho ritmado, bolas batendo no cu. ‘Vai, rebenta-me a cona!’, urrei, unhas nas coxas dele. Ahmed, o bruto, pau colossal, curvado. Capote rebentou duas vezes. ‘Tenho testes negativos’, jurou, papéis frescos. Sem borracha, sentei-me no colo dele, amazona selvagem. Montei devagar, cona esticada ao limite, contraindo músculos, suando luxo e luxúria. ‘Que pauzão, enche-me toda!’, gemi, beijando-o, línguas guerreando. Gozei três vezes, ele explodiu dentro, sêmen quente escorrendo. Trocaram turnos, chupadelas, dedadas, tetas mordidas até doer de prazer.
De volta à villa, champanhe gelado na pele, lençóis de seda. Corpo dolorido, cona inchada, mas plena. Privilégio puro: iate de milhões, paus exóticos, noites sem tabus. O marido? Mandou mensagem, perdoa. Mas eu? Volto a sorrir no espelho, rainha do desejo. Isso não se esquece, é fogo eterno.