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Minha Noite de Luxo e Luxúria no Jet Privado e Iate em Algarve

Eu tremia toda quando bati à porta daquela suite no hotel de 5 estrelas no Chiado, em Lisboa. O nariz sangrava, o rímel escorria pelo rosto. O Tomás, meu ex louco de ciúmes, tinha me batido depois de uma briga feia. ‘Deixa-me entrar, por favor!’, supliquei. Ele abriu, um homem maduro, elegante, uns 50 anos, olhos profundos. ‘António’, disse calmamente. ‘Entra, estás em segurança.’

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A suíte cheirava a perfume Creed Aventus, amadeirado e caro. Ele me deu um robe de seda preta, macio como pele de amante. ‘Toma um banho quente. Eu cuido do resto.’ Liguei para a polícia enquanto ele preparava chá de bergamota e um copo de champanhe Veuve Clicquot, borbulhante e fresco. A noite lisboeta entrava pela janela, quente e úmida, com o Tejo brilhando lá em baixo.

A Chegada ao Paraíso de Luxo e o Fogo Crescente

Sentámo-nos no sofá de veludo. ‘Foge dele. Eu levo-te para longe.’ Seus dedos roçaram meu braço, eletricidade. Eu via o volume nos seus boxers de linho egípcio. Ele era rico, divorciado, dono de empresas. ‘Amanhã, jet privado para Algarve. Meu iate espera.’ Meu coração acelerou. ‘E se eu disser sim?’, sussurrei, mordendo o lábio. Ele sorriu: ‘Então, vais ver o que é luxo de verdade.’

No jet, Gulfstream reluzente, voámos sobre Portugal. Vinho do Porto Taylor’s 1963, sabor a ameixa madura. Ele massageou meus pés descalços, subindo devagar pelas pernas. ‘Estás molhada?’, perguntou rouco. ‘Sim… hum, António.’ A cabine cheirava a couro novo e desejo. Chegámos ao iate ancorado na baía de Lagos, 40 metros de puro luxo, deck de teca aquecida.

Na villa privativa do iate, luzes suaves, cama king size com lençóis de fio 1000. Ele me despiu devagar, beijando o pescoço. ‘Quero foder-te até não aguentares.’ Eu gemi: ‘Faz, por favor.’ Sua boca chupou meus mamilos duros, língua rodando. Desci a mão, agarrei o caralho dele, grosso, veias pulsantes, cabeçona roxa. ‘Chupa-me’, ordenou. Engoli até à garganta, saliva escorrendo, ele gemia ‘puta que pariu, que boquinha’.

Explosão de Prazer Selvagem no Iate e Depois

Ele me virou de quatro, lambeu a cona ensopada, dedos abrindo o cu. ‘Queres no cu?’, rosnou. ‘Sim, fode o meu cu!’ Lubrificante aquecido, ele entrou devagar, centímetro a centímetro, esticando-me. ‘Caralho, estás tão apertada.’ Bombeava forte, bolas batendo na minha pele, suor misturado ao cheiro de mar e sexo. Eu gritava: ‘Mais fundo, fode-me como uma vadia!’ Virou-me, meteu na cona, pilhas brutais, clitóris inchado roçando no púbis dele. ‘Vou gozar!’, urrei. Ele acelerou: ‘Goza na minha pila, molha tudo!’. Explodiu dentro, porra quente enchendo-me, escorrendo pelas coxas.

Depois, na banheira de hidromassagem com vista para o Atlântico, ele lavou-me devagar, dedos na cona ainda sensível. ‘Mais uma?’, riu. Chupei-o até endurecer, montei-o, cavalgando selvagem, água salpicando. Gozei de novo, unhas cravadas nas costas dele. Dormimos exaustos, corpos entrelaçados.

Acordei com o sol alaranjado de Algarve, ele a lamber-me acordada. Três dias assim: iate, villa, sexo sem parar. Senti-me rainha, privilegiada. Num mundo de merda, isto salvou-me. Luxo e luxúria pura. Voltei a Lisboa transformada, cona dolorida mas alma cheia. António? Ainda mandamos mensagens quentes. ‘Volta quando quiseres ser fodida assim.’ Eu volto. Sem dúvida.

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