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Minha Experiência Íntima e Luxuosa: Do Jet Privado à Villa na Algarve

Estava no rooftop do hotel cinco estrelas em Lisboa, o Bairro Alto brilhando lá embaixo. O ar quente da noite portuguesa envolvia tudo, misturado ao perfume amadeirado do meu Tom Ford Oud Wood. Chegamos de jet privado de Paris, eu e o João, meu homem forte, atleta de elite que acabara de vencer um torneio de polo com os sheiks. A festa era exclusiva: champanhe Dom Pérignon gelado, ostras frescas, risadas com VIPs. Ele bebia mais que o normal, os olhos vidrados.

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— João, amor, lembras cada detalhe do jogo? — provoquei, sentindo a seda do meu vestido roçar a pele.

A Aposta que Acendeu o Fogo no Hotel de Luxo

— Claro, meu anjo. Cada galope, cada gol.

— Aposta então? Se eu acertar o número do cavalo do último rival que derrubaste…

Ele riu, confiante. Perdeu. O número era 25, não 12. Os amigos aplaudiram. ‘Pele lisa total, sem pelos em lugar nenhum’, anunciei. Ele corou, mas aceitou. Sem calcinha por três meses se ganhasse ele. Mas eu venci.

No dia seguinte, jet para Algarve. Chegamos à villa de luxo à beira-mar, piscina infinita, iate ancorado. O sol poente tingia tudo de ouro. Ele se deitou nu na cama king size, lençóis de fio 1000. Eu, com minhas ceras importadas, comecei. Axilas, peito, pernas… Ele gritava baixinho, ria nervoso. ‘Dói, caralho!’, mas ficava quieto. O cheiro da cera quente misturava-se ao sal do mar aberto pela janela.

O Êxtase Anal na Villa da Algarve

Cheguei ao pau dele, agora exposto, liso como seda. Passei creme calmante, devagar. Ele endureceu na hora. ‘Esqueci o cu’, disse, rindo. Ele protestou: ‘Não, Maria, para!’. Mas virou-se, de quatro, bundas abertas. A cera grudou, arranquei. Gritos ecoaram na villa vazia. Ele voltava à posição, suando. No último puxão, o pau dele pulsava, enorme, veias saltadas.

Linguei devagar, o ânus rosado, liso. Ele gozou na minha mão, jatos quentes, viscosos. ‘Porra, que delícia…’, gemeu. Eu sorri, massageando o esperma no buraco dele. Dedo um, ele se abriu. Dois, fustiguei a bunda firme. ‘Aceita, amor’. Ele gemia, empurrando contra mim.

Peguei o plugue de boules siliconadas, lubrificado com o gozo dele. Primeira boule entrou suave. Segunda, terceira… Ele tremia, pau pingando pré-gozo. ‘Mais fundo, fode meu cu!’, implorava. Eu metia e tirava, ritmo crescente. O iate balançava ao fundo, ondas batendo.

Não aguentei. Subi nas costas dele, empalei minha cona molhada no plugue saindo do cu. Cavalguei violento, coxas batendo na pele lisa. Gozei gritando, esguichando nas nádegas dele, o vinho pétillante ainda no paladar. Ele explodiu de novo, esperma voando nos lençóis de seda.

Desabamos, corpos colados, suor e fluidos misturados. O ar cheirava a sexo e maresia. ‘Nunca senti isso, Maria. Tuas mãos… teu fogo’. Acariciei a pele imberbe, macia como cetim. Noite portuguesa nos envolveu, iate esperando pro amanhecer. Privilégio puro, luxúria sem fim. Ele entre dentes o plugue, nu e duro, prometendo mais. Minha vida, assim, é um sonho élite.

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