Acabo de voltar dessa loucura. Meu coração ainda bate forte. Tudo começou no Tivoli Palacio de Seteais, em Sintra, perto de Lisboa. Um hotel 5 estrelas, paredes de mármore, vistas para o oceano. Ele me esperava no lobby, num fato Tom Ford impecável. O perfume dele, Creed Aventus, invadiu minhas narinas – fresco, amadeirado, excitante. ‘Vem, minha portuguesa safada’, sussurrou, beijando minha mão. Eu vestia um vestido de seda preta, colado à pele, os mamilos endurecendo com o ar condicionado.
Tomamos champanhe no terraço. Dom Pérignon, bolhas cremosas na língua, doce como mel. A noite portuguesa era quente, úmida, o ar cheirava a jasmim e mar. Suas mãos roçavam minhas coxas por baixo da mesa. ‘Quero te foder agora’, disse baixo. Eu ri, nervosa. ‘Paciência, amor. Vamos devagar.’ Mas meu corpo traía: a cona já latejava, molhada de desejo. Ele chamou o jato privado. Em 20 minutos, estávamos no ar, voando para o Algarve. No jato, sozinhos, ele me puxou para o colo. Beijos famintos, línguas dançando. Senti o caralho dele duro contra mim. ‘Estás pronta para o iate?’, perguntou, mordendo meu pescoço.
A Chegada ao Éden de Luxo e o Fogo Crescente
Aterrámos em Faro. Um helicóptero nos levou ao porto privado. O iate, 50 metros, branco reluzente, luzes suaves. Subimos a bordo. A tripulação sumiu. Villa de luxo flutuante: deck de teca, jacuzzi borbulhante, cama king size com lençóis de linho egípcio. Vinho rosé gelado, morangos. Despimo-nos devagar. A seda do vestido escorregou pela pele, arrepios. Ele nu, corpo esculpido, caralho grosso, veias pulsantes. Eu nua, seios fartos, cu redondo. ‘Deita-te’, ordenou. Lambi os mamilos dele, desci à barriga. Chupei as bolas, salgadas. Ele gemia: ‘Assim, caralho… engole tudo.’ A boca cheia do pau dele, até à garganta. Cuspe escorrendo.
Ele me virou de bruços no deck. O calor da noite lambia minha pele. Óleo de amêndoas quentes nas costas, escorrendo para o cu. Dedos abrindo-me, devagar. ‘Quero te comer o cu primeiro.’ Eu tremia. ‘Vai, fode-me forte.’ O gland pressionou o anel. Doía, mas era bom. Entrou centímetro a centímetro, esticando-me. ‘Que cu apertado, puta luxuosa.’ Começou a bombar, pausadas, profundas. Clap-clap das bolas nas minhas nádegas. Eu gemia alto: ‘Mais, caralho, rasga-me!’ Mão no clitóris, cona pingando. Ele acelerou, selvagem. Puxava meu cabelo, dominava. ‘Vou gozar dentro.’ Eu: ‘Enche-me, sim!’ Jatos quentes no cu, pulsando. Eu explodi, orgasmos em onda, corpo convulsionando.
A Foda Intensa no Iate: Luxo Encontra Luxúria
Depois, na cama da villa, fodi a cona dele devagar. Ele chupou meus pés, lambeu o cu sujo de porra. Dormimos enroscados, suor e sêmen misturados. Acordei com o sol no Algarve, ele ainda duro. Mais isso é outra história…
Sinto-me privilegiada. Poucas vivem isso: luxo puro virando luxúria animal. Cada detalhe – o jato, o iate, o gozo – gravado na alma. Quero mais. E tu?