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Noite de Sushi no Corpo: Luxúria Selvagem na Minha Villa no Algarve

Acabei de voltar da minha villa no Algarve, depois de uma viagem de jet privado de Lisboa. O ar quente da noite portuguesa ainda me arrepia a pele. Convidei as minhas melhores amigas – todas tão abertas quanto eu ao prazer. Chegámos de iate, o mar negro brilhando sob as estrelas, o cheiro salgado misturado com o perfume Chanel delas. Na villa, luzes suaves, piscina infinita, vinho espumante Dom Pérignon gelado.

Ele, o meu amante, já esperava nu na mesa de mármore da sala de jantar. Raspei-o devagar, a espuma fresca no peito musculado, desci à virilha, deixando só um trilho aparado. ‘Fica quieto, amor’, sussurrei, beijando o pau semi-duro. As meninas chegaram, vestidos leves de seda, risos nervosos. ‘Onde está o prato principal?’, brincou a Ana, olhos famintos.

A Atmosfera Luxuosa e a Tensão Crescente

Preparei os sushis e makis frescos, coloquei-os no corpo dele: ao longo dos abdominais, nos mamilos, uma folha de nori tapando o sexo. Champanhe ao lado, não saké – queremos leveza. Regras claras: ele imóvel, olhos vendados, sem gemer. Nós só tocamos pele livre. ‘Vamos torturá-lo devagar’, disse eu, maliciosa. Brindámos, o tilintar das taças ecoando. Sentia o calor subir, os perfumes delas – Jo Malone, floral e caro – misturando-se ao arroz dos sushis. Ele tremia levemente, o peito subindo devagar.

Começámos tímidas. ‘Delicioso, Noémia!’, elogiou a Vera, pegando um sushi do braço dele com os lábios, roçando a pele. Dedos traçavam círculos na coxa exposta, quentes, lentos. ‘Sente isso?’, sussurrei-lhe ao ouvido. Ele endurecia sob a folha, palpitações visíveis. Risos abafados, música lounge baixa. O ar denso de desejo, a brisa da varanda trazendo jasmim da noite algarvia.

A tensão explodiu quando abrimos outra garrafa. ‘Champanhe nele!’, gritou a Marta. Derramámos o líquido gelado no peito, bolhas dançando. Línguas famintas lambiam: no pescoço, mamilos, barriga. ‘Que delícia’, gemeram. Dedos na virilha livre, roçando as bolas tensas. A folha escorregou, revelando o caralho erguido, grosso, veias pulsantes, pré-gozo brilhando na cabeça.

O Acto Intenso e a Explosão de Prazer

Não resistimos. ‘Olha esta pila perfeita’, disse a Ana, lambendo o champanhe que escorria pelo tronco até à base. Chupámos as bolas, aspirando o álcool doce misturado ao sal da pele dele. Ele incha mais, o pau latejando. ‘Quero mama-lo todo’, confessei, engolindo a cabeça, língua rodando o freio. As outras alternavam: uma mama o tronco, outra lambe as bolas, mãos apertando a base. ‘Fode a boca dela, mas quieto!’, ordenei. O cheiro almiscarado do sexo dele, o gosto salgado com bolhas efervescentes.

Ele cedeu. Sem um som, o corpo tremeu, o caralho inchou na minha boca. Jatos quentes de porra grossa explodiram, enchendo a garganta, escorrendo pelo pau. ‘Come tudo!’, rimos, lambendo cada gota, misturada ao champanhe, traços brancos nas veias. Limpámos-no devagar, línguas suaves no gland sensível, bolas vazias.

Depois, afastámo-nos. Ele ficou ali, ofegante no silêncio, nós exaustas de prazer. Abracei-o mais tarde na cama king size, lençóis de seda. ‘Foi épico’, murmurei. Sinto-me privilegiada – esta vida de luxo, iates, villas, corpos partilhados sem tabus. O Algarve nunca mais será o mesmo. Volto já na próxima, com mais fome.

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