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Minha Noite de Luxúria no Iate da Algarve com Abou

Acabei de voltar dessa loucura. Eu, Inês, portuguesa de Lisboa, sempre atraída pelo luxo e pelo desejo sem freios. Abou, aquele jovem beninês de 19 anos, aluno meu num curso particular, me convidou para uma ‘festa exclusiva’. Cheguei ao Four Seasons em Lisboa de táxi, o ar quente da noite a envolver-me como um beijo úmido. O lobby cheirava a jasmim e couro italiano, o chão de mármore frio sob os meus saltos Louboutin.

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Ele esperava-me no bar, com um fato Tom Ford que moldava o seu corpo atlético. ‘Inês, estás divina nessa robe preta de seda’, murmurou, os olhos negros devorando o meu decote. Brindámos com Dom Pérignon, as bolhas picantes na língua, a sua mão roçando a minha coxa por baixo da mesa de vidro. Senti o calor subir, a humidade entre as pernas. ‘Vamos para o meu jet privado’, disse ele, voz rouca. Hesitei? Nem por sombras. O desejo pulsava.

A Chegada ao Éden de Luxo e a Tensão que Consome

No jato Gulfstream para a Algarve, serviram-nos caviar e champanhe gelado. Ele abriu a minha blusa devagar, os dedos quentes na minha pele, inalando o meu perfume Chanel N°5. ‘Quero-te agora’, sussurrou, mas esperou. Aterrámos na pista privada, um Rolls-Royce negro levou-nos ao iate ancorado na baía de Lagos. O mar negro brilhava sob a lua, o sal no ar misturado ao cheiro de iodo e luxo. A villa no convés superior, com lençóis de seda egípcia e vistas infinitas.

A tensão era insuportável. Ele tirou a minha robe, expondo os seios livres, os mamilos duros como diamantes. ‘Estás molhada para mim?’, perguntou, mão deslizando pela minha calcinha de renda La Perla. Sim, encharcada. Beijámo-nos com fome, línguas dançando, o seu caralho enorme já rígido contra a minha barriga.

Ele atirou-me para a cama king-size, o colchão memory foam afundando sob nós. ‘Vou foder-te até gozares como nunca’, grunhiu. Arrancou a minha calcinha, a cona exposta, inchada e rosada. Lambeu-me devagar, a língua grossa no clitóris, chupando os lábios carnudos. Gemi alto, as unhas cravadas nas suas costas ebânicas. ‘Que delícia de cona branca’, disse, enfiando dois dedos, curvando-os no ponto G. Gozei na boca dele, o corpo convulsionando, sucos escorrendo pelo queixo.

A Foda Selvagem onde o Luxo Encontra a Luxúria Pura

Montou-me, o caralho preto e grosso, 23 cm de grossura venosa, roçando a entrada. ‘Entra todo, Abou, fode-me forte!’, supliquei. Empurrou devagar, esticando-me ao limite, a cona apertando cada veia. ‘Caralho, que apertadinha!’, gemeu, começando a bombar. Ritmo selvagem, bolas batendo no cu, suor misturando-se ao óleo de massagem Tom Ford. Virei de quatro, levrette no corrimão da villa, o mar testemunha. Ele socava fundo, mão no cabelo, puxando. ‘Goza no meu pau, puta luxuosa!’.

Mudei para missionário, pernas nos ombros dele, penetrando até ao útero. O prazer era animal, cru. Ele acelerou, grunhindo, ‘Vou encher-te de porra!’. Gozei de novo, esguichando no abdómen dele, e ele explodiu, jatos quentes inundando-me, transbordando pela cona, escorrendo pelas coxas. Ficámos ofegantes, o cheiro de sexo e Chanel no ar.

Depois, no jacuzzi da villa, água quente borbulhando, ele limpou-me com a boca, caralho semi-duro outra vez. Dormimos entrelaçados, o iate balançando suavemente. Acordei com o sol alaranjado na Algarve, o corpo dolorido mas saciado. Senti-me uma deusa, privilegiada nesse paraíso de luxo e luxúria. Abou beijou-me: ‘Foi só o início, minha rainha’. E eu sei que quero mais. Essa noite mudou-me para sempre.

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