Eu ainda sinto o cheiro do perfume Chanel no ar do hotel Five Stars em Lisboa. Aquela noite, dançava no clube privado, só para VIPs. Vestia uma camisola de seda branca, fina, que roçava na pele. O público era elegante, mas ele… ele era diferente. Sentado sozinho na primeira mesa, olhos tristes, fato impecável mas amassado. Bebia uísque, olhava para mim como se eu fosse salvação.
Quando terminei o número, joguei a calcinha para ele. Apanhou-a, enfiou no bolso. Corei um pouco, mas sorri. A música era What’s Going On, de Marvin Gaye, ritmada, sensual. Desci do palco, pés descalços no chão quente de mármore. Aproximou-se a serveuse, mas ele pediu-me diretamente: “Um copo comigo?”
A Tensão no Hotel de Luxo em Lisboa
Sentei-me. Falámos. Chamava-se Antoine, francês, vida destruída por adultério, empresa perdida, família afastada. “Preciso de férias”, disse, voz rouca. Ofereceu jet privado para Algarve. Hesitei… mas o luxo chama. “Vamos”, respondi, sentindo o calor subir.
No jet, champanhe gelado, sabor a pêssegos. Tocou-me a mão, dedos quentes. Chegámos ao iate ancorado na Marina de Vilamoura. Noite algarvia, ar morno com sal marinho. Subimos a bordo, deck de teca polida sob os pés. Villa de luxo à vista, piscinas infinitas, vistas para o mar.
No iate, tensão explodiu. Ele puxou-me para o lounge, beijou-me com fome. “Quero-te toda”, murmurou. Tirei a camisola devagar, seios pesados balançando, anéis dourados nos mamilos brilhando à luz das estrelas. Ele gemeu, chupou-os, língua áspera. Senti a cona humedecer, latejar.
Deitei-me no sofá de couro macio, pernas abertas. Ele ajoelhou-se, cheirou-me o pubis peludo, negro e denso. “Lindo”, disse, e lambeu a fenda, clitoris inchado. Gemi alto, “Sim, assim…”. Enfiou dois dedos na cona molhada, fodendo-me devagar. Eu gemia, quadris subindo, suor na pele quente da noite.
Explosão de Prazer no Iate e Villa
Levantei-me, empurrei-o para o chão. Tirei-lhe as calças, caralho grosso, veias pulsantes, cabeça vermelha. Chupei com força, slurp slurp, engoli até à garganta. Ele agarrou-me os cabelos, “Porra, que boca…”. Pus condão, montei-o. Cona engolindo o caralho todo, quente, apertada. Cavalguei selvagem, flic flic das nádegas gordas batendo nas coxas dele. “Fode-me forte!”, gritei.
Ele virou-me, doggy no deck. Caralho entrava fundo, bolas batendo no cu. Dedos no meu ânus, um entrou, esticando. Gozei gritando, cona contraindo, jatos quentes. Ele acelerou, “Vou gozar!”, e encheu o condão de porra grossa. Caímos exaustos, corpos colados, mar balançando o iate.
Na villa, continuámos. Banheira de hidromassagem, espuma Chanel, fodemos de novo. Ele lambeu-me o cu, língua fundo, enquanto masturbava a cona. Gozei três vezes, pernas tremendo. Dormimos na cama king size, lençóis de seda.
Acordei com sol algarvio, corpo dolorido mas saciado. Ele sorriu, “Foi perfeito”. Senti-me privilegiada, rainha num mundo de luxo e luxúria. Aquela experiência… única, selvagem, inesquecível. Volto sempre ao desejo.