Acabei de voltar dessa loucura… Meu coração ainda bate forte. Eu, Inês, uma portuguesa de 32 anos, sempre atraída pelo luxo e pelo desejo sem freios. Conheci-o num evento VIP em Lisboa. Ele, rico, charmoso, com olhos que devoram. ‘Vem comigo’, sussurrou, o cheiro do seu perfume Tom Ford misturado ao ar quente da noite.
Chegamos ao Four Seasons, suíte presidencial. A vista para o Tejo brilhava. Ele pediu champanhe Dom Pérignon, gelado, bolhas dançando no copo. Toquei a flauta na dele: ‘Saúde ao nosso fogo’. A seda do robe roçava minha pele nua por baixo, arrepiando. Sentei no colo dele, sentindo o volume crescer contra mim. ‘Quero te foder devagar primeiro’, murmurou, mão subindo pela minha coxa, perfume de jasmim no ar.
A Montante da Paixão no Cenário Exclusivo
No dia seguinte, jato privado para Algarve. O ronco suave, couro dos bancos aquecendo minha bunda. Ele me beijou no pescoço, dedos traçando meus mamilos duros. ‘Paciência, minha puta elegante’, riu. Chegamos à marina, iate branco reluzente. O sol poente tingia o mar de ouro, calor úmido abraçando-nos. Subimos a bordo, villa privativa à vista. Vinho verde pétillant, ostras frescas, gosto salgado na língua.
A tensão explodia. Ele me empurrou contra a amurada, vestido voando. ‘Olha esse mar, Inês, como tua cona molhada’. Lambi os lábios, ajoelhei. O caralho dele, grosso, veias pulsando, pré-gozo perolando. Chupei voraz, língua rodando o saco, engolindo até a garganta. ‘Porra, tua boca é um vácuo perfeito’, gemeu, mãos nos meus cabelos. Cuspi, engoli, saliva escorrendo.
O Clímax Selvagem e o Depois Divino
Ele me ergueu, cona exposta ao vento. Dedos invadindo, dois, três, esticando meu buraco encharcado. ‘Tá pingando, safada’. Deitei na cama king size da cabine, lençóis de linho egípcio. Ele lambeu minha boceta, clitóris inchado sugado, língua fodendo o grelo. Gozei gritando, sucos jorrando na cara dele. ‘Agora me come’, implorei.
Montou em mim, caralho latejante abrindo minha carne. Empurrões profundos, bolas batendo na bunda. ‘Fode mais forte, rasga minha cona!’ Puxou meus cabelos, tapas na cara suave, mordidas nos peitos. Virei de quatro, cu oferecido. ‘Quero teu rabo também’. Lubrificante aquecido, dedo no ânus, depois o pau inteiro. Dor misturada a prazer, estocadas selvagens. ‘Tua roda é apertada, milf de luxo’. Gozei de novo, esguichando no deck.
Ele acelerou, ‘Vou encher teu cu de porra’. Jatos quentes inundando, escorrendo pelas coxas. Caímos exaustos, suor salgado, cheiro de sexo e mar. Depois, no jacuzzi da villa, bolhas massageando. Brindamos com porto tawny, gosto adocicado. ‘Isso foi divino, Inês. Privilégio puro’. Sorri, corpo saciado, alma em êxtase. Nunca me senti tão viva, tão dona do prazer. Volto amanhã? Quem sabe…