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Massagem Proibida na Villa de Luxo do Algarve

Acabei de voltar de uma loucura no Algarve. Saí de Lisboa num jet privado, o sol poente a pintar o céu de laranja. Cheguei à villa de luxo, isolada na falésia, com piscina infinita virada para o mar. O ar cheirava a sal e jasmim. Brindámos com champanhe Dom Pérignon, gelado, bolhas a dançar na língua. Ele, um deus grego, músculos esculpidos, olhos famintos. Prometi-lhe uma massagem que ele nunca esqueceria. Na suite principal, luzes tamisadas, incenso de oud a envolver-nos como um véu sensual.

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Despi-me devagar, a seda do robe a deslizar pela pele, arrepiando-me. Ele nu, de bruços na cama king size, lençóis de algodão egípcio. Vertia óleo quente nas mãos, cheiro de sândalo e baunilha. Comecei pelas costas, palmas largas a percorrer cada centímetro. Polegares na nuca, pressionando devagar… para baixo, ombros tensos a amolecerem. Ele estremece. ‘Gostas?’, sussurrei ao ouvido, voz rouca. ‘Mmm…’, gemeu, voz grave. Desci pela espinha, dedos a cavar os rins. Beijei a nuca, mordisquei o lóbulo da orelha, língua a traçar círculos húmidos. Os pelos eriçaram-se. Os meus cabelos longos roçavam-lhe a pele, misturando arrepios.

A Tensão no Ar da Villa Exclusiva

Inclinei-me, mamilos endurecidos a dançarem nas omoplatas dele, ondulando o corpo como uma dança lenta. Ele gemia baixo, respiração acelerada. ‘Vira-te’, pedi, voz quente. Ele obedeceu, pica já dura, latejante. Mais óleo, aquecido entre as palmas. Mãos nos peitorais firmes, como mármore quente. Desci pelo abdómen, beijos leves nos pelos pubianos. Senti a cona a humedecer, pulsar.

A luxúria explodiu. Montei-o, cona molhada a engolir a pica dele num deslize. Mãos entrelaçadas, cavalgo lento virando selvagem. ‘Fode-me mais forte!’, supliquei. Ele agarrou-me as nádegas, unhas cravadas. Virei-me de quatro, rabo empinado nos almofadões de plumas. Ele penetrou com força, caralho grosso a esticar-me a cona. Sacudidelas brutas, suor a pingar. Retirou-se, frustrante… mas dedos no cu, lubrificados pela minha baba. ‘Quero-te aí’, rosnou. Empurrou devagar, centímetro a centímetro, até o cu se abrir todo. Fodidas violentas, uma mão no clitóris, outra no ombro. ‘Sou a tua puta, fode o cu mais!’, gritei, cambrando, unhas nos lençóis. Ele bloqueou… ‘Não pares!’, implorei.

Explosão de Luxúria e o Após-Gozo

Virou-me, pernas no peito, abertas. Olhos nos olhos, penetrou a cona de novo, ritmo infernal. ‘Vou gozar!’, urrei, corpo em convulsões, cona a apertar-lhe a pica. Ele explodiu dentro, jatos quentes. Gritos misturados, rostos crispados.

Agora, deitados, corpos suados colados. Dedos traçam o rosto dele, beijos lentos, língua preguiçosa. O mar sussurra lá fora, champanhe ao lado. Sinto-me rainha, privilegiada. Esta villa, este homem, esta foda épica… luxo puro misturado com luxúria animal. Quero mais. Amanhã, iate ao largo. Ele sorri, mão na minha coxa. Perfeito.

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