Acabei de voltar do iate em alto mar, o sol poente tingindo o céu de laranja sobre o Algarve. Tomei um jato privado de Lisboa, mas agora estou aqui, na minha villa exclusiva, lençóis de seda italiana abraçando o meu corpo nu. O ar cheira a jasmim e sal marinho, misturado com o meu perfume Chanel N°5. Bebi um copo de champanhe Veuve Clicquot, bolhas dançando na língua, geladas e doces. Estou exausta, deito-me na cama king size, a brisa quente da noite portuguesa entrando pela varanda aberta. Fecho os olhos… e sinto. Uma presença. Não sei se é sonho ou real, mas algo me observa.
Sinto o olhar percorrer-me devagar. Dos cabelos soltos aos pés, subindo pelas coxas. A camisola de noite transparente, de cetim negro, sobe até meio das pernas. Os meus seios arfam levemente, mamilos endurecendo com o ar fresco. O ventre plano, a junção das coxas… hum, uma pausa ali. Arrepio-me. É como mãos invisíveis, elegantes, de um amante secreto. Levantam o tecido até debaixo dos braços. Peitos livres, expostos. A minha cona, coberta só por um triângulo de renda preta. Fresco repentino, dos joelhos ao pescoço. Estremeço, mas não acordo. Dedos etéreos nos meus seios. Pressionam os mamilos grossos, pesam-nos, aproximam-nos em puxões suaves. Pincam os bicos, delicado mas firme. O meu corpo reage sozinho, traidor.
A Atmosfera Encantadora da Villa e a Tensão Crescente
Agora, as coxas erguidas com cuidado. A calcinha desliza para baixo, devagar. Livre. Mão direita no ventre, logo acima da cona. Empurra, oferecendo-me. Abre as minhas pernas contra a vontade, planas no colchão. Levanta-as contra o ventre. A minha vulva incha, lábios carnudos brilhando úmidos. Posição de vadia, escancarada. Carne rosada à vista, entrada da cona piscando. Dedo invisível contorna as pequenas lábios, roça as grandes, picando. Desce ao cu. Separa as nádegas redondas, inspeciona o buraco apertado. Suspiro no sono.
De repente, polegar e médio forçam as pequenas lábios e o anel escuro. Enfia o polegar fundo na cona, sente o clitóris endurecer. Desliza o capuz, expõe-o. O meu corpo em transe: tetas ao ar, pernas abertas, vulva escancarada, clitóris inchado. Um caralho invisível, grosso e duro, posiciona-se na entrada. A cona dilata, engole-o. O bassins move-se devagar, prazer irresistível. Suo, o entrepernas aquece. Faço corpo com ele. Cérebro desligado, corpo em piloto automático. A cada estocada, o glande mergulha mais fundo. A cona contrai, mama-o. Ritmo acelera, osmose perfeita. Suor entre os seios, escorrendo ao umbigo. Baixo, a cona pinga. Pincam os mamilos. Caralho força a gruta, bate no fundo, quase no útero. Pressão sobe… para. Retira-se.
O Prazer Selvagem e o Despertar Extasiado
Surpreendo-me: um travesseiro sob as nádegas, cu em destaque. Pernas no máximo aberto. Lábios gordos afastam-se, cu dilata indecente. Tremor me percorre. Senta-se entre as pernas. Dois dedos horizontais abrem o anel, dois verticais penetram o cu, girando fundo. Relaxa-me. Clitóris exposto, beliscado, descapado. Ondulo o bassins. Cu dilatado por quatro dedos, revela os meus segredos. Agora, o caralho enorme no cu trabalhado. Glans tumefacto entra, enche-me. Bate no fundo. Suor por todo o corpo, pernas tremem. Pressiona ombros, embrocha até as bolas. Respiro mal. Cona aberta, vadia. Punho direito na vulva, ela abre faminta. Força entrada, fode como pistão. Mão esquerda pressiona ventre, bombeia. Tomada nos dois buracos, fogo total. Poing e caralho coabitam pela parede fina. Gemo alto, grito, gozo, desmaio…
São 3h30. Acordo encharcada, corpo cravado como após horas de foda selvagem. Mal aos músculos, coxas recusam fechar. Villa ainda luxuosa, champanhe na mesa, brisa morna. Camisola no queixo, calcinha embolada ao lado, travesseiro molhado. Sonho erótico ou real? Sorrio, privilegiada. Que noite em Algarve… Quero mais.