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Noite de Luxúria na Villa Privada da Algarve

Acabo de voltar da minha villa privada na Algarve. O ar ainda cheira a sal do mar e ao perfume Chanel N°5 que borrifei antes de sair. Meu marido, Ricardo, um homem elegante e dominante, e o nosso mordomo jovem, Miguel, que tem aquele olhar faminto… Tudo começou no iate ancorado na baía, sob as estrelas. Tomávamos champanhe Dom Pérignon, as bolhas frias explodindo na língua, enquanto o sol se punha num laranja quente.

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Eu vesti aquela saia branca vaporosa, curta o suficiente para roçar nas coxas, e um top de seda que mal fechava, deixando os mamilos endurecerem ao vento. ‘Gostas, amor?’, perguntei a Ricardo, girando devagar. Ele sorriu, os olhos devorando-me. ‘Perfeita para mostrar ao mundo.’ Miguel trouxe o caviar, as mãos tremendo levemente ao servir. Senti a tensão crescer, o calor da noite portuguesa subindo pela pele, misturado ao desejo.

A Tensão no Ar Quente da Noite Portuguesa

Descemos à praia exclusiva, pés na areia morna. Pouca gente, mas um casal alemão se aproximou, ele corpulento, ela curvilínea, mais velha, com fome nos olhos. Os olhares deles fixaram-se nos meus seios semi-expostos. Ricardo sussurrou: ‘Desabotoa o top, minha puta elegante.’ Obedeci, o tecido abrindo, mamilos ao ar livre, duros como pedras. O ar fresco arrepiou a pele, um arrepio bom, molhado entre as pernas.

Miguel tirou-me o top completamente. ‘Toca neles, mostra como são sensíveis.’ As mãos dele, quentes, apertaram meus seios, dedilhando os bicos. Gemi baixinho, o casal parou, hipnotizado. ‘Que delícia…’, murmurou a alemã. Ricardo baixou as calças, o caralho grosso já meia-bomba. ‘Miguel, leva-a até ela.’ Miguel guiou a mulher, que se ajoelhou e engoliu o pau dele inteiro, chupando gulosa, baba escorrendo.

‘ Agora tu, para o marido dela’, ordenou Ricardo. Ajoelhei-me, mãos atrás das costas, só a boca. Miguel baixou as calças do alemão, masturbou devagar aquele pau mole até endurecer, veias pulsando. ‘Chupa, mas sem mãos.’ Lambeu o caralho dele, girando a língua no glande salgado, depois engoli fundo, nariz no pelo. Ele grunhiu, ‘Mein Gott…’. Ricardo fez sinal, Miguel puxou-me pelos cabelos, só a ponta na boca, babando de desejo. Minha cona pingava, sucos escorrendo pela coxa.

O Êxtase Selvagem e o Regresso Triunfal

‘ Mete na boca dela de novo.’ Engoli tudo, sugando forte, garganta apertando. A alemã masturbava Ricardo com fúria, lambendo o topo. Ele gozou primeiro, jatos quentes na mão dela, que lambeu tudo, olhos no marido. ‘Agora ele.’, disse Ricardo. Miguel pegou o pau do alemão, punhetou rápido sobre meus peitos. Gozou em golfadas grossas, esperma quente escorrendo no decote, no umbigo, cheiro almiscarado forte.

Ficamos ali, eu coberta de porra fresca, brilhando sob a lua. O casal agradeceu e foi-se. Ricardo: ‘Volta assim para a villa, mostra-te.’ Caminhamos, eu exposta, seios reluzentes. Um casal jovem cruzou-nos, olhos arregalados. Na villa, Ricardo espiou Miguel pela janela: ele punhetava furioso, pensando em mim. Ricardo fodeu-me com dedos, dois na cona encharcada, polegar no clitóris inchado. Gozei gritando, vendo Miguel ejacular no ventre, lambendo os dedos.

Corpo ainda a tremer, deito-me na cama king size de lençóis de seda. Sinto-me rainha, privilegiada neste luxo selvagem. A Algarve nunca foi tão minha. Amanhã, mais… 632 palavras.

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