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Minha Noite de São Valentim Selvagem no Hotel de Luxo em Lisboa

Era 14 de fevereiro. São Valentim. Acabo de chegar de jet privado de Paris. Meu corpo ainda vibra com o ronco dos motores. Check-in no Four Seasons, suite presidencial com vista para o Tejo. O ar cheira a jasmim e maresia quente da noite lisboeta. Visto uma robe de seda preta, justa, botões na frente. Por baixo, nada. Só meias de renda e saltos Louboutin vermelhos. A seda roça minha pele, arrepiando os mamilos.

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Meu marido, João, manda mensagem: ‘Chego em 10’. Preparo o champanhe, Moët Impérial gelado, morangos mergulhados em chocolate belga. Ouço a porta. Ele entra… com um estranho. Miguel, colega de escritório. Uns 45 anos, alto, grisalho charmoso, jaqueta de couro macio sobre camisa cinza. Aperta minha mão, olhos devorando meu decote. Sinto um calor subir.

A Tensão que Acende no Paraíso de Luxo

‘ amor, Miguel veio brindar connosco’, diz João, piscando. Sentamo-nos no sofá de veludo. Vista panorâmica da cidade iluminada. Sirvo copos, inclinando-me devagar. Meu perfume, La Vie Est Belle, envolve-os. Conversa banal, mas olhares dele nas minhas coxas. Desço um botão da robe, ‘acidentalmente’. Ele engole seco. João ri baixo. ‘Gostas do que vês, Miguel?’

‘Como não? És uma deusa’, responde ele, voz rouca. Meu coração acelera. A seda escorrega um pouco, revelando o contorno dos seios. João serve mais champanhe, bolhas crepitando na língua. ‘Brindemos à Valentine mais safada de Lisboa.’ Miguel levanta-se, aproxima-se. Seus lábios roçam os meus num beijo leve. Elétrico. ‘Audaz…’, murmuro, mas sorrio.

João atrás de mim, mãos no meu pescoço. Desabotoa mais dois. A robe abre. Seios nus, duros, expostos. ‘A flor mais bela…’, sussurra. Miguel solta a calça. Pica enorme, veiuda, latejante. Glande brilhante de pré-gozo. Lambe os lábios. ‘Quero-te na boca.’ Ajoelho-me. Cheiro almiscarado de macho excitado. Pego na base, grossa, quente. Envolvo com lábios. Chupo devagar, língua no freio. Ele geme. ‘Caralho, que boquinha gulosa.’

A Luxúria Desenfreada e o Êxtase Anal

João atrás, dedos na minha cona molhada. ‘Estás encharcada, amor.’ Lambe meu cu, dedo invade. Eu gemo com a pica na boca, empurrando fundo. Garganta aberta, baba escorrendo. Miguel fode minha cara, bolas batendo no queixo. ‘Engole tudo, puta.’ Tiro, lambo as bolas peludas. João enfia dois dedos no cu, dilatando. ‘Prepara-te.’

Miguel puxa-me. De quatro no sofá. Bundo empinado, cona pingando. Ele cospe no cu. Glande pressiona a rosada. Dor boa, esticando. ‘Vai devagar…’, peço, mas ondulo. Ele empurra. Metade entra. ‘Foda-se, que cu apertado.’ Todo dentro, 20cm de pau grosso rasgando-me. Bato o cu nele. Fode forte, peladas ecoando. ‘Grita, vadia!’ Eu urro, orgasmo vindo. João na frente, enfia pica na boca. Duas picas me possuindo.

Miguel acelera, bolas contra cona. ‘Vou gozar no teu cu!’ Jatos quentes inundam-me. Eu gozo, tremendo, squirt no tapete persa. João goza na cara, porra grossa no rosto, boca. Caio exausta, luxúria selvagem no luxo.

Depois, deitados na cama king size, lençóis de 1000 fios. Champanhe morno. Corpos suados colados. ‘Foi… perfeito’, digo, limpando porra com dedo, chupando. Sinto-me rainha, privilegiada. Jet amanhã para iate na Algarve. Essa é a vida que amo: luxo e foda sem tabus. João beija-me. ‘Mais uma Valentine inesquecível.’ Sorrio, saciada, desejando mais.

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