Acordei com o toque suave do meu telemóvel na suíte presidencial do Four Seasons em Lisboa. Os lençóis de seda egípcia ainda abraçavam o meu corpo nu, misturados com o de Ana, a minha amante secreta desde a universidade. O sol filtrava pelas cortinas de veludo, aquecendo a minha pele. Ana, com os seios fartos e firmes, levantou-se para atender. Nua, anotava algo, o perfume Chanel Nº5 pairando no ar quente da manhã portuguesa.
Observei-a, o desejo acendendo devagar. Conhecemo-nos nos bancos da faculdade, e naquela noite de verão, após a ruptura dela, rendemo-nos uma à outra. Foi revelador. Agora, fins de semana roubados em luxo. ‘Era a Sofia, amiga de infância’, disse ela, deitando-se ao meu lado. ‘Chega hoje. Vai adorar-te.’ Sorri, mas uma pontada de ciúme. ‘Só nós duas seria melhor.’ Ela riu, puxando-me para o chuveiro de mármore italiano.
A Atmosfera de Luxo e a Tensão Crescente
A água quente cascateava, vapor subindo com o cheiro de gel de banho La Mer. Abracei-a, beijando-a com fome. Desci aos seios dela, chupando os mamilos duros. Ela gemeu, mão na minha cona molhada, dedos circulando o clitóris inchado. Gozei rápido, tremendo. ‘Quero algo grande e duro’, sussurrou, olhos em brasa. Peguei no frasco de champô, grosso, e abri-lhe as coxas macias. ‘Vai, enfia fundo!’, implorou, malhando os seios. Penetrei-a devagar, o vaivém arrancando gritos. Ela explodiu, depois lavou-me com esponja macia.
A campainha soou. Sofia. Ana correu, ainda espumosa. Terminei o banho, saí nua. Lá estava ela na casa de banho, olhos arregalados no meu corpo bronzeado, seios erguidos, água escorrendo pela barriga e coxas. Cabelos castanhos colados, cheiro de desejo. ‘Oi, sou Sofia.’ Longos cabelos negros, olhos amendoados, seios enormes, ancas apetitosas sob minissaia. Ela fugiu, corada. Vestime com lingerie de renda, maquilhagem impecável.
No jantar na varanda com vista ao Tejo, copos de Dom Pérignon borbulhando, Sofia roçava-me o pé na cona por baixo da mesa. Olhares furtivos, tensão eléctrica. À noite, no sofá de couro, revivi a cena, masturbando-me devagar.
O Êxtase Selvagem no Paraíso
Porta rangeu. Sofia nua, bebendo água. Seios balançando, rabo redondo, cabelos soltos. Masturbei-me abertamente. ‘Estás a tocar-te por mim?’, perguntou, aproximando-se. ‘Sim… és tão sexy.’ ‘Sei o que tens com a Ana. Eu também amo mulheres.’ Acariciou-me os cabelos, mão nos seios sobre o robe de seda. ‘Quero-te. Deixa-me provar-te prazeres novos.’
Beijámo-nos, retirei o robe. ‘Deita-te, abre as pernas.’ Linguou-me o pescoço, chupou os mamilos, dedos na cona encharcada, circulando rápido. Chupou os dedos com o meu mel, depois desceu, língua larga na xoxa, ponta no clitóris. Ia gozar quando Ana apareceu, masturbando-se furiosamente. ‘Juntemo-nos’, sorriu Sofia. Ana chupou-me os seios enquanto Sofia me dedava. Sofia sentou na minha cara, cona depilada no meu nariz, cheiro almiscarado. Lambi-a, Ana lambendo-me por dentro, sugando lábios.
Gozei em ondas, gritando. Sofia mandou Ana a quatro, rabo aberto. Enterrei a cara na cona dela, nariz no cu, lambendo voraz. Sofia na frente, Ana a comê-la. Enfiei dois dedos na cona de Ana, lambendo o cu apertado. Ela contraiu, esguichou. Sentei-me na cara de Sofia, vendo Ana devorar-lhe a xoxa. Dez minutos de gemidos, e gozámos juntas, corpos suados.
De manhã, jet privado para o iate no Algarve. Deitadas na villa privativa, champanhe gelado, peles douradas pelo sol. ‘Isto é vida’, disse Ana, mão na minha. Privilégio puro, luxúria sem fim. Sofia prometeu voltar. Sinto-me rainha, saciada, pronta para mais.