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Minha Experiência Erótica Luxuosa em Lisboa e Algarve

Há uns dez anos, solteira e cheia de fogo, vivi algo inesquecível. Tudo começou num hotel 5 estrelas em Lisboa, o Ritz, com aquela vista para o Tejo. Eu estava lá para um fim de semana de puro luxo, convidada pela Maria, uma amiga da família, viúva elegante com mais de 60 anos, mas com um corpo que desafiava o tempo. Ela morava numa villa próxima, mas adorava o glamour do hotel. Depois de um dia na piscina infinita, cheias de sal e suor, voltei ao quarto para tomar banho. A casa dela… quer dizer, o suite era silencioso, o ar condicionado sussurrando fresco.

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Saí do banho com uma toalha de algodão egípcio na cintura, pele ainda quente. Maria estava no terraço, de costas, num robe de seda preta, o perfume Chanel No. 5 flutuando no ar quente da noite lisboeta. Sempre fomos próximas, ela sabia dos meus desejos. Ver-me quase nua ali… senti um formigueiro subir. O proibido me excitava. Voltei correndo pro banheiro, tirei a toalha, e comecei a me tocar freneticamente. Dedos molhados no clitóris, gemendo baixo. Fantasiei com ela.

A Tensão no Hotel de Lisboa

Escondi a toalha no cesto, abri a porta só um pouco, corpo oculto, e chamei: ‘Maria, pode me trazer uma toalha? Esqueci.’ Ela veio, heels clicando no mármore, sem questionar. Recuei, sentei na borda da banheira, pernas abertas, minha cona inchada e molhada exposta. Ela parou, olhos fixos. Sorriu malicioso, pétalas nos olhos. ‘Vou buscar na cozinha’, disse, mas voltou olhando direto pro meu sexo, lambendo os lábios. Meu coração batia louco. O filho dela chegou logo, a noite rolou com vinhos espumantes, mas os olhares dela… ufa.

Semanas depois, setembro dourado no Algarve. Voltei de jet privado, direto pro iate dela ancorado na baía. Encontrei Maria com a Sofia, amiga dela, mais nova, curvas perfeitas. Eu de bike elétrica pela costa, suada, ‘salgada’. Maria riu: ‘Sempre suja, precisa de banho, né?’ Alusão clara. Fui pro banheiro da villa no iate, dei minhas roupas pra ela lavar. Saí de toalha, elas no deck, champagne Dom Pérignon gelado, brisa salgada.

O Êxtase Selvagem no Iate do Algarve

Sofia me devorava com os olhos, do peito às coxas. Pedi creme Nivea pros ‘arranhões da bike’. Tirei a toalha, ajoelhei no sofá de couro italiano, bunda empinada, pernas abertas. ‘Passem creme na minha racha, por favor.’ Sofia pegou o tubo, gotas frias nos dedos, massageou minhas bolas… quer dizer, minhas nádegas, descendo pras virilhas, roçando o cu. Ondulei, ela enfiou um dedo, depois dois, três. ‘Dá esse cuzinho pra mim, vou te comer todinha!’, gemia ela, língua no meu ânus, chupando voraz.

Maria voltou, maquiada, négligé transparente, peitos fartos balançando, pernas lisas. Deixou Sofia continuar, se aproximou e chupou meu clitóris, sugando forte, engolindo meus sucos. Gemi alto, o iate balançando. Pedi show lésbico. Sofia de quatro, Maria lambendo sua cona aberta. Eu meti a língua no cu dela, dedos fundo. Depois, peguei um strap-on negro enorme, fodi o cu da Sofia enquanto ela chupava Maria. ‘Fode mais forte, sua puta!’, gritava ela. Maria não quis anal, mas gozou na minha boca, squirt doce.

Terminamos exaustas, corpos suados no deck sob estrelas, caviar e prosecco. Sofia me comeu com o dildo, eu lambendo o cu da Maria. Hoje, elas são avós felizes, eu casada, mas nos vemos uma vez por ano. Aqueles jogos… cada vez mais loucos, com exibicionismo no iate. Sinto o privilégio de luxo misturado a luxúria pura. Ninguém esquece noites assim.

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