Era sábado à noite no Bairro Alto. Eu, uma portuguesa fogosa de curvas generosas, dançava na discoteca mais exclusiva de Lisboa. O ar cheirava a perfume Chanel Nº5 misturado com suor quente. De repente, vi-a: uma loira peituda, suculenta, incendiando a pista. Depois, beijou uma morena elegante que a esperava. Os homens babavam, mas eu me aproximei. ‘Um copo?’, convidei. Elas sorriram. Fomos para a suite imperial do Tivoli Palacio de Seteais, um 5 estrelas de sonho.
A suite era puro luxo: lençóis de seda egípcia, vista para o Tejo cintilante, garrafa de Moët & Chandon gelada. ‘Somos Inês e Sofia’, disse a loira, Inês, tocando minha coxa. Sofia, a morena, exalava mistério. Brindamos, o espumante borbulhava na língua, doce e fresco. A noite portuguesa entrava pela varanda, quente, úmida. Despimo-nos devagar. A seda roçava minha pele arrepiada. Inês gemia baixinho, beijando meu pescoço. Sofia observava, os olhos famintos.
A Atmosfera de Luxo e a Tensão Crescente
Sofia se aproximou. Seu perfume, Tom Ford Oud Wood, inebriante. ‘Quero vocês duas’, murmurou. Senti sua ereção pressionando minha barriga. Meu Deus… uma futa! Pausa. ‘Sim, sou hermafrodita. E adoro isso.’ Meu coração acelerou. Luxo e taboo. Inês riu: ‘Ela me fode como ninguém.’ A tensão subia. Mãos explorando, bocas úmidas. O ar condicionado sussurrava, contrastando o calor entre nós.
Não aguentei. Joguei Inês na cama king size. ‘Chupa minha cona, sua putinha loira.’ Ela obedeceu, língua voraz no meu clitóris inchado. Sofia, de pé, pau duro, grosso, veias pulsantes. ‘Mete em mim, Sofia. Fode minha boca.’ Engoli seu caralho, salgado, latejante. Gemia: ‘Hmmm, que boquinha gulosa.’ Inês gemia alto, dedilhando-se. Puxei Sofia: ‘Agora, fode a Inês por trás enquanto eu te chupo as bolas.’ Ela obedeceu, pau mergulhando na cona molhada de Inês. ‘Ahhh! Mais forte, caralho!’ Gritava Inês, peitos balançando.
O Sexo Selvagem e Explícito no Coração da Luxúria
Eu me deitei, pernas abertas. ‘Vem, Sofia, enche minha buceta.’ Seu pau escorregadio entrou, esticando-me toda. ‘Porra, que apertada!’ Bombava forte, bolas batendo no meu cu. Inês sentou na minha cara: ‘Lambe meu cu, amor.’ Lambi, sujo, delicioso. Gozei primeiro, jatos quentes: ‘Fode! Estou gozando no teu pau!’ Sofia acelerou, grunhindo. ‘Vou encher vocês.’ Gozou na minha cona, esperma grosso escorrendo. Inês lambeu tudo, depois Sofia fodeu ela no cu, eu masturbando seu clitóris extra. Gritos ecoavam na suite. Luxo virando orgia selvagem.
Depois, exaustas, deitadas nos lençóis encharcados. Champagne na pele, lambidas preguiçosas. ‘Isso foi… divino’, sussurrei. Sofia sorriu: ‘Amanhã, iate no Algarve. Jet privado nos espera.’ Senti-me privilegiada, rainha do desejo. Corpo dolorido, alma saciada. Uma noite fora do comum, em Lisboa, onde luxo e luxúria se fundem. Volto sempre.