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Confissão Proibida: O Gode Enorme na Suite de Luxo em Lisboa

Chegámos de jet privado a Lisboa ao pôr do sol, o céu alaranjado a refletir no Tejo. Eu e a Catarina, a minha amiga irresistível, rumámos direto para o hotel de 5 estrelas no Chiado. A suite presidencial era um sonho: lençóis de seda egípcia, o aroma subtil de jasmim e sândalo no ar, uma garrafa de champanhe Veuve Clicquot a borbulhar no gelo. ‘Nunca estiveste aqui?’, perguntei, enquanto tirava os sapatos Louboutin. ‘Não, mas ouvi falar. É… opulento’, respondeu ela, os olhos verdes brilhando.

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Sentámo-nos no sofá de veludo, o calor da noite portuguesa a infiltrar-se pelas janelas panorâmicas. Contei-lhe da viagem maluca no jet, mas insisti no segredo dela. ‘Conta-me do teu gode, anda. As tuas amigas deram-to quando mudaste para Lisboa, deixando o namorado no Porto, não foi? Para as noites frias sozinha.’ Ela riu, nervosa, o decote do vestido de seda preta a subir e descer. ‘Sim, disseram que era para me entreter até ao fim de semana. Ele vem às vezes, mas… sim, uso-o.’

A Atmosfera Elétrica na Suite Presidencial

Servi o champanhe, o sabor ácido e fresco na língua, bolhas a dançar. ‘Onde está essa preciosidade?’ Ela hesitou, mordeu o lábio. ‘Achas que não me mostras?’ Levantei-me, arrumei umas garrafas vazias na mesa de mármore. O quarto cheirava a luxo, a Creed Aventus dela misturado com o meu Tom Ford. Ela abriu a mala Louis Vuitton, tirou-o de debaixo de lingerie de La Perla. Um caralho enorme de silicone, grosso como o meu pulso, veias salientes, uns 25 cm. ‘Porra, é monstruoso. Bem maior que o do teu gajo.’ Ela corou, rindo. ‘Queres tocar?’

Segurei-o, a textura macia mas firme, quente na mão. O telefone dela tocou. ‘É o meu amor’, disse, atendo. Voz grave do Porto: ‘Estou com saudades, princesa.’ Ela sentou-se ao meu lado, pernas cruzadas. Eu não resisti. Levei o gode à boca, lambi a cabeça devagar, olhando-a fixo. Ela arregalou os olhos, gesticulando para parar, mas ria baixinho. ‘Não, amor, é a TV.’ Enfiei mais, 15 cm na garganta, saliva a escorrer, pompend o grosso pau falso. Ela gaguejava: ‘Laurence? Não, ela está no banho…’

Aproximou-se o rosto. Limpei a saliva no lábio dela com o gland úmido. Ela abriu a boca instintivamente, chupou a ponta. Nossos lábios tocaram no silicone. Beijei-a por cima, língua na dela, doce de champanhe. Ela gemeu no telefone: ‘Sim, tudo bem… hmmm.’ Desabotoei-lhe o vestido, mãos nos seios firmes, mamilos duros sob o renda. ‘Amo-te, beijos.’ Desligou, virou-se para mim, olhos famintos. ‘Tu és louca… mas não pares.’

O Clímax Selvagem e Sem Filtros

Atirei-a para a cama king size, lençóis frios de seda na pele quente. Rasguei a calcinha dela, cona molhada, inchada, cheiro almiscarado de desejo. ‘Quero-te toda.’ Lambi-a devagar, língua no clitóris latejante, dedos abrindo os lábios rosados. Ela arqueou: ‘Caralho, chupa-me mais!’ Enfiei o gode, devagar, o cu apertado dela a engolir a cabeça grossa. ‘Devagar… ai, fode-me!’ Bombeava forte, o quarto ecoando slap-slap, suor misturado com o perfume dela. Virou-se de quatro, rabo empinado, vista para o Tejo iluminado. Meti dois dedos no cu enquanto o caralho falso a rebitava. ‘Goza, vadia!’ Ela gritou, cona a pulsar, squirt molhando os lençóis de 1000 fios.

Eu montei-a, esfregando a cona na dela, clits colidindo, mãos nos cabelos castanhos soltos. Gozei tremendo, unhas cravadas nas costas dela. Caímos exaustas, champanhe morno nos lábios, o ar pesado de sexo e luxo.

Depois, deitadas nuas, o ar-condicionado sussurrando, ela acendeu um cigarro Davidoff. ‘Nunca imaginei isto… num sítio assim.’ Sorri, traçando o corpo dela com o dedo. ‘Somos privilegiadas, não? Jet, suite, este prazer proibido.’ Amanhã, yacht na Algarve nos espera. Esta noite foi nosso segredo eterno, puro êxtase num mundo de elite. Sinto-me rainha, saciada, pronta para mais.

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