Estava no bar do Four Seasons em Lisboa, o ar cheirava a jasmim e Chanel No. 5. Eu, Inês, vestida num vestido de seda preta que roçava a pele como um sussurro. Dois homens, Miguel e Rui, aproximaram-se. Elegantes, fatos Tom Ford, copos de Dom Pérignon na mão. ‘Quer vir connosco no nosso jet para o Algarve?’, disse Miguel, os olhos devorando-me. Hesitei… um segundo. ‘Sim.’
No jet privado, a cabina iluminada suave, o ronco dos motores como um pulsar distante. Brindámos com Veuve Clicquot gelado, bolhas crepitando na língua. Rui passou a mão na minha coxa, a seda subindo devagar. Senti o calor da noite portuguesa infiltrar-se pela janela. Miguel beijou-me o pescoço, o perfume dele, Creed Aventus, inebriante. ‘Queres isto, Inês? Duas caralhos só para ti?’ Arquejei. ‘Quero… fodi-me bem.’ As mãos deles exploravam, dedos traçando os meus mamilos duros sob o vestido. A humidade crescia entre as pernas.
A Tensão no Hotel de Luxo e o Jet Privado
Chegámos ao iate ancorado na baía do Algarve, villa de luxo ao fundo, luzes douradas refletindo no mar negro. A brisa quente salgada lambia a pele. Despiram-me devagar na coberta, a lua testemunha. O vestido caiu, revelando o meu corpo nu, cona depilada luzindo de desejo. ‘Que cona perfeita, molhada e pronta’, murmurou Rui, cheirando o meu aroma. Miguel lambeu os meus seios, dentes roçando os bicos. Deitei-me na cama king size de lençóis de linho egípcio, macios como nuvem.
Rui ajoelhou-se, língua mergulhando na minha cona, chupando o clitóris inchado. ‘Hmm, que delícia, safada.’ Gemi alto, as ondas batendo no casco ecoando os meus gemidos. Miguel meteu-me os dedos na boca, ‘Chupa, prepara-te para o caralho.’ Puxei as calças dele, o caralho grosso saltou, veias pulsantes. Segurei-o, branquei devagar, sentindo-o endurecer na palma. ‘Quero os dois’, pedi, voz rouca.
Luxúria Desenfreada no Iate: Prazer Cru e Intenso
Eles trocaram olhares. Rui deitou-se, eu montei-o, a cona engolindo o caralho dele num só movimento. ‘Fode, caralho, que apertadinha!’ Cavalguei forte, seios balançando, suor misturado ao sal marinho. Miguel atrás, dedos lubrificando o meu cu mas sem entrar – só roçando, excitando. Beijei Rui, línguas selvagens, enquanto Miguel me apertava as nádegas. Troca: Miguel debaixo, o caralho maior esticando-me ao limite. ‘Sente como te encho, puta luxuosa.’ Rui na minha boca, foda profunda na garganta. Gemi em volta da polla, vibrando.
Aceleraram, ritmos ferozes mas controlados. Dedos no clitóris, mamilos torcidos. ‘Vou gozar!’, gritei. O orgasmo explodiu, cona contraindo no caralho de Miguel, sumo escorrendo. Ele gozou dentro, quente, enchendo-me. Rui puxou-me, de quatro, fodeu-me por trás, bolas batendo. ‘Toma tudo, safada!’ Gozei de novo, corpo tremendo, o cheiro de sexo e mar preenchendo o ar. Ele saiu, jatos de porra nos meus seios, quentes e cremosos.
Deitados na coberta, champanhe a pingar na pele, limparam-me com línguas preguiçosas. O iate balançava suave, estrelas acima. Senti-me rainha, privilegiada. ‘Foi… perfeito’, sussurrei. Eles sorriram. ‘Vens à villa amanhã?’ Sorri de volta. Luxo e luxúria, o meu mundo.