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Noite de Luxúria Proibida no Hotel de 5 Estrelas de Lisboa

Acabei de voltar dessa loucura. Meu corpo ainda treme. Estava no Four Seasons, em Lisboa, suíte com vista para o Tejo. O ar cheirava a jasmim e Chanel Nº5. Vestido de seda preta colado ao corpo, fendas altas mostrando as meias de renda. Meu marido, elegante no fato Tom Ford, bebia champanhe Veuve Clicquot, bolhas frias na língua.

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A festa no bar era VIP, luzes suaves, jazz ao vivo. Vi-o logo: alto, moreno, olhos devoradores. Chama-se Miguel, empresário rico, cheiro a Creed Aventus, forte e masculino. Dançámos um tango lento. As mãos dele nas minhas ancas, quentes, firmes. Senti o pau dele endurecer contra a minha barriga. ‘Estás irresistível’, sussurrou no meu ouvido, hálito quente de uísque single malt.

A Tensão que Queima na Noite de Lisboa

Meu marido observava da mesa, copo na mão, ciúmes nos olhos. Mas eu via o volume nas calças dele. Excitava-o. Fabiana, amiga dele, piscou-me, cúmplice. Miguel apertou-me o cu por baixo do vestido. ‘Quero-te agora’, disse. Corei, mas a cona já molhava. O calor da noite lisboeta entrava pelas janelas, suor na pele.

‘Vamos dançar mais?’, perguntei, voz rouca. Ele riu, mão a descer. Meu marido aproximou-se, fingindo conversa. ‘Ele é o mesmo que apanhaste com a Fabiana’, murmurou. Fingi surpresa. ‘Só dança.’ Mas no slow, as mãos dele nas minhas nádegas, massageando. Senti o caralho enorme pulsar. Meu marido foi ao bar, eu ri nos ouvidos de Miguel. A jalousie dele excitava-me mais.

No elevador para a suíte, explodimos. Portas fecharam, ele prensou-me à parede. Beijos vorazes, língua invadindo. ‘Quero foder-te como uma puta’, grunhiu. Rasguei a camisa dele, unhas no peito. Chegada à suíte, luzes dim, cama king size com lençóis de cetim egípcio.

Empurrei-o para o sofá de veludo. ‘Mostra-me esse pau.’ Ele abriu as calças, caralho grosso, veias saltadas, cabeça roxa. ‘Chupa-me, vadia.’ Ajoelhei, saliva escorrendo. Engoli até à garganta, engasguei, mas continuei. ‘Assim, boa rapariga. O teu homem tem um fraco, este é de homem.’ Lambeu os tomates, suguei forte. Ele gemia, mãos no cabelo.

O Gozo Selvagem na Suite Presidencial

‘Agora a tua vez.’ Levantei o vestido, string encharcado. Ele rasgou-o, língua na cona raspada. ‘Estavas molhada para mim toda a noite.’ Chupava o clitóris, dedos dentro, fodendo-me a boca da cona. Gozei gritando, pernas a tremer, sumo escorrendo pela cara dele. ‘Deliciosa, mas quero mais.’

Virei de costas, cu empinado. ‘Fode-me.’ Ele cuspiu no caralho, meteu devagar. ‘Que cona apertada.’ Empurrou forte, bolas a bater. ‘Gostas, puta? Dizes que amas o marido, mas queres pau grande.’ Fodia selvagem, mãos no cu, dedão na raia. Eu rebolava, seios balançando. ‘Mais forte! Enche-me!’

Meu marido… espiava pela porta entreaberta, punheta na mão. Vi-o, sorri. ‘Imagina ele a ver.’ Miguel acelerou, ‘Vou gozar dentro.’ ‘Sim, enche a cona!’ Ele explodiu, jatos quentes. Gozei de novo, corpo convulsionando, unhas nas costas dele.

Depois, deitados na cama, champanhe na pele. Ele beijou-me o pescoço. ‘Sábado no iate no Algarve?’ ‘Talvez.’ Meu marido entrou, fingindo surpresa. Abraçou-me, pau duro. No jet privado de volta, fodemos os três. Luxo puro. Sinto-me rainha, privilegiada. Essa noite mudou tudo. Quero mais.

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