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Noite de Luxúria em Lisboa: Meu Encontro Inesquecível num Hotel 5 Estrelas

Há meses que a rotina com o meu namorado me sufocava. O mesmo apartamento, as mesmas discussões frias… Nada de fogo. Então, a minha amiga Inês, que vive no Porto, convidou-me para um fim de semana no Tivoli Palacio de Seteais, um hotel 5 estrelas em Lisboa. ‘Vem, minha querida, vamos fugir disto tudo’, disse ela ao telefone. Aceitei na hora. Cheguei de táxi, o ar quente da noite portuguesa a envolver-me como um abraço. O lobby cheirava a jasmim e couro italiano, lustres de cristal piscando como estrelas.

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Inês já estava no bar, com um copo de champanhe Veuve Clicquot na mão. Vestimos-nos para a noite: eu num vestido de seda preta que roçava a pele como uma carícia, ela num conjunto branco elegante. Brindámos, o bolhas crepitando na língua, doces e frias. De repente, os olhos dele cruzaram os meus. Chamava-se Tomás, um lisboeta na casa dos 40, alto, cabelo escuro curto, olhos cinzentos penetrantes. Fato slim cinza, relógio Rolex a brilhar. Estava no bar com amigos, mas fixou-se em mim. ‘Posso juntar-me?’, perguntou com voz grave, sotaque suave. Sentei-me ao lado dele, o perfume dele – Creed Aventus, amadeirado e fresco – a invadir-me.

A Atmosfera Elétrica no Hotel de Luxo

Conversámos horas. Ele falava de viagens de jet privado, iates na Algarve. ‘Queres ver o terraço? A vista para Sintra é mágica à noite’, murmurou. Subimos, o vento quente da serra a agitar o vestido contra as coxas. Encostámo-nos à balaustrada, copos de vinho verde pétillant na mão. As mãos dele roçaram as minhas, depois a cintura. ‘Estás incrível’, sussurrou, lábios perto do meu ouvido. O coração acelerou. Beijámo-nos ali, lento, línguas dançando, o gosto de vinho misturado ao dele. Desceu as mãos para as minhas nádegas, apertando a seda. Senti o volume crescer contra mim, duro, insistente. ‘Vamos para a minha suite presidencial’, disse, voz rouca.

Na suite, luzes ténues, cama king size com lençóis de seda egípcia. Ele despiu-me devagar, beijando o pescoço, os seios. ‘Que pele macia…’, gemeu. Eu tremia, excitada. Caí de joelhos, abri a braguilha. O caralho dele saltou, grosso, veias pulsantes, cabeça rosada. Lambi o topo, salgado, delicioso. ‘Chupa-me, caralho’, ordenou. Engoli-o inteiro, garganta funda, saliva escorrendo. Ele agarrou o cabelo, fodeu a minha boca ritmadamente. ‘Boa putinha…’, grunhiu.

O Êxtase Selvagem e Sem Filtros

Deitou-me na cama, abriu as minhas pernas. ‘Olha esta cona molhada pra mim.’ Lambeu-me voraz, língua no clitóris inchado, dois dedos enfiados fundo, fodendo rápido. Gemi alto, ‘Sim, Tomás, fode-me com a boca!’ O corpo arqueou, orgasmo explodiu, sumo escorrendo. Ele subiu, caralho apontado. ‘Quero-te agora.’ Penetrou-me de rompante, enchendo-me toda. ‘Que apertadinha, porra!’ Fodia forte, bolas batendo, suor misturando-se. Virei de quatro, ele agarrou os quadris, martelando. ‘Vou gozar dentro de ti!’ Gritei no segundo orgasmo, ele jorrou quente, enchendo a cona.

Depois, deitados, ele acendeu um charuto cubano, cheiro rico no ar. Limpou-me com toalhas quentes, beijou devagar. ‘Foi épico, não foi?’ Sorri, corpo saciado, pele formigando na seda. De manhã, prometeu um iate na Algarve. Senti-me rainha, privilegiada, desejada. Aquela brecha de luxúria abrira-se para sempre. Nunca mais a mesma.

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