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Minha Encontrei Luxuriosa no Hotel de 5 Estrelas em Lisboa

Estava num hotel de 5 estrelas no coração de Lisboa, o Bairro Alto Hotel, com vistas para o Tejo. O ar cheirava a jasmim e a perfume Chanel No. 5, caro e sedutor. Eu, vestida num vestido de seda preta que roçava a pele como um sussurro, assistia a uma gala exclusiva. Ele apareceu do nada, substituindo a esposa num evento de direito internacional. Olhos castanhos, fato impecável, um ar de mistério. Sentei-me na primeira fila, e os nossos olhares cruzaram-se. Ele corou, eu sorri. Durante toda a apresentação, senti o peso do seu olhar na minha nuca, quente como a noite portuguesa.

Depois, aproximei-me. ‘Podes ajudar-me com estes dossiers até à minha suite? Os meus colegas já fugiram para o champagne.’ Ele aceitou, hesitante. Subimos no elevador privativo, o vinho pétillant ainda no copo, bolhas crepitando na língua. Na suite, luzes tamizadas, lençóis de seda egípcia, o cheiro de lavanda fresca. Fechei a porta. ‘Senta-te’, disse, servindo Moët & Chandon gelado. Os nossos joelhos tocaram. ‘Os teus olhos não me largaram lá em baixo. Porquê?’ Ele gaguejou: ‘Perturbaste-me… és magnética.’ Inclinei-me, o meu peito roçando o dele. A tensão era palpável, o ar carregado de desejo.

A Tensão no Paraíso de Luxo

Ele tocou-me o braço, trémulo. Desabotoei o vestido devagar, revelando lingerie La Perla, renda preta contra a pele bronzeada. ‘Quero-te agora’, murmurei. Ele puxou-me para si, beijando-me com fome. As mãos dele na minha cona, já molhada. Eu agarrei o caralho dele por cima das calças, duro como pedra. ‘Tira tudo’, ordenei. Nu, o corpo atlético brilhava à luz suave. Caí de joelhos, lambi a cabeça do pau, salgado e quente. Ele gemeu: ‘Merda, que boca…’ Chupei fundo, a garganta apertando, bolas nos meus dedos.

Levantou-me, atirou-me para a cama king size. Abriu as minhas pernas, a língua na minha cona, chupando o clitóris inchado. ‘Estás tão molhada’, rosnou. Enfiei os dedos no cabelo dele, gozei na boca dele, ondas de prazer. ‘Fode-me’, supliquei. Ele entrou de rompante, o caralho grosso preenchendo-me, esticando a cona. Ritmo feroz, coxas batendo, suor misturado. ‘Mais forte, caralho!’ Gritei, unhas nas costas. Virou-me de quatro, metendo fundo, bolas batendo no cu. O quarto ecoava gemidos, o cheiro de sexo e perfume.

O Êxtase Selvagem e o Depois Inesquecível

Gozei de novo, a cona apertando o pau dele. Ele explodiu dentro, jatos quentes. Caímos exaustos. Mas não parou aí. ‘Vamos para a Algarve’, disse eu. Jet privado esperava no aeroporto. No iate ancorado na costa, sob estrelas, fomos à villa de luxo. Piscina infinita, vinho do Douro. Nua na coberta de teca, ele lambeu-me os peitos, mamilos duros. Montei-o, cavalgando o caralho, cona escorregadia. ‘És uma deusa’, ofegou. Fodi selvagem, gozos múltiplos, luxúria pura.

De manhã, na villa com vistas para o mar, acordámos entrelaçados. O sol aquecia a pele, o cheiro de sal e sexo. ‘Isto foi… fora do comum’, disse ele, beijando-me. Senti-me privilegiada, rainha num mundo de elite. Um segredo luxuoso, eterno no meu corpo. Sem arrependimentos, só desejo satisfeito.

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