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A Minha Paixão Secreta pela Pica num Hotel de 5 Estrelas em Lisboa

Tenho 35 anos, portuguesa de gema, casada mas com uma fome insaciável por picas. Não pelos homens inteiros, pah… beijos e mimos? Nem pensar, arrepio-me só de imaginar. Mas uma pica grossa, dura, latejante? Ai, isso sim, faz-me derreter. Adoro o luxo, o cheiro a Chanel no ar, a seda na pele, o vinho espumante a rebentar na boca. E foi num hotel de 5 estrelas no Chiado, em Lisboa, que tudo explodiu.

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Cheguei de jet privado, vinda de uma reunião em Paris. O spa era um sonho: mármore italiano, luzes suaves, hammam a vapor com eucalipto. Faço ioga e muscu lá, só elite. Num curso de pilates, cruzei-me com ele. Alto, casado – via a aliança a brilhar –, uns 40 anos, corpo esculpido. Trocaram-se olhares, banalidades sobre o calor lisboeta. ‘Está quente hoje, não é?’, disse ele, voz grave. Sorri, sentindo o short apertar.

A Atmosfera Elétrica no Spa Exclusivo

No balneário misto – sim, exclusivo assim –, só nós dois após o duche. Ele demorava-se, nu, a secar-se devagar. A pica dele… meu Deus, semi-mole, grossa, veias marcadas, cabeçona rosada. Eu, disfarçando, deixei a toalha cair um bocadinho, mostrei as tetas firmes, o rabo redondo. Ele endureceu na hora, pah. Olhos fixos, sem palavras. No sauna, vapor quente, suor a escorrer, sentei-me ao lado. As nossas coxas roçaram. ‘Gostas disto?’, murmurou ele, mão no joelho meu. ‘Da tua pica, sim’, respondi baixo, coração aos pulos. Ele pegou na minha mão, guiou-a para a dele. Tão quente, tão dura. Masturbei-o devagar, savonete do duche ainda na pele, cheiro a limão e desejo. Ele gemeu, ‘Caralho, que mão boa’. Eu molhada já, mas fugimos antes que entrassem.

Noite quente portuguesa, ar salgado do Tejo. Ele convidou: ‘Vou de jet para Algarve, iate à espera. Vens?’. Aceitei, tremendo de excitação. Jet privado, champanhe Dom Pérignon gelado, bolhas na língua, sua mão na minha coxa de seda.

O Clímax Selvagem no Iate e Villa

Chegámos ao iate ancorado na baía de Lagos, lua cheia, ondas suaves. Villa de luxo ali ao lado, piscina infinita. No convés, ele despiu-me devagar, beijou só as tetas – nada de boca na boca. ‘Quero a tua boca na minha pica’, ordenou. Ajoelhei no teak polido, cheiro a mar e almíscar dele. A pica imensa, 20cm, grossa como punho, pré-gozo a pingar. Chupei voraz, língua na glande, veias pulsando na boca. ‘Assim, puta luxuosa, engole tudo’, grunhiu ele, mãos no cabelo. Masturbei a base, bolas pesadas na palma, salgadas de suor. Ele fodeu a minha boca, fundo, garganta apertada. Gozei só de o sentir pulsar.

Mudámos para a villa, quarto king size, lençóis de seda egípcia fria na pele quente. Ele deitei-me de costas, pernas abertas, mas eu só queria a pica dele. ‘Fode-me a mão com ela’, pedi. Ele obedeceu, escorregadia de saliva minha, fricção selvagem. Dedos meus no cu dele, apertando próstata. ‘Vou gozar, caralho!’, berrou. Jatos quentes, espessos, na minha cara, tetas, barriga – cheiro forte, viscoso, luxúria pura. Lambi o resto, sabor amargo-doce. Ele chupou-me então, língua experiente no clitóris inchado, dedos dentro, até eu explodir, sumo a escorrer.

Depois, no jacuzzi borbulhante, vinho rosé gelado, corpos colados. Ele partiu no dia seguinte para Toulouse, negócios. Fiquei com memórias: a pica dele na boca, o luxo misturado à luxúria crua. Sinto-me privilegiada, superior. Masturbo-me agora, sozinha na villa, revivendo cada pulsar. Quem dera outra pica assim, num paraíso destes. Até lá, continuo a caçar olhares nos spas de elite.

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