Acabei de aterrissar em Lisboa no jet privado dele. O couro dos assentos ainda cheira a novo, misturado ao meu perfume Tom Ford Oud Wood, quente e amadeirado. Senti a vibração dos motores nas minhas coxas enquanto descia as escadas para o carro que nos esperava. Ele, um homem de quarenta e poucos, barba impecável de três dias, olhos cinzentos que devoram. ‘Bem-vinda, minha ruiva selvagem’, murmurou, beijando minha mão. Eu sorri, sentindo o formigamento subir pela espinha.
No hotel de cinco estrelas no Chiado, o quarto era um sonho: vista para o Tejo ao pôr do sol alaranjado, lençóis de seda egípcia frios contra a minha pele quente. Tirei o vestido justo, revelando lingerie La Perla preta, rendada. Ele abriu uma garrafa de champanhe Dom Pérignon, o gás borbulhante explodindo na minha língua, doce e ácido. ‘Quero te provar inteira’, disse ele, voz rouca. As mãos dele nas minhas curvas, devagar. Eu hesitei um segundo, mordendo o lábio. A noite portuguesa entrava pela janela, ar morno com cheiro de jasmim e mar. Seus dedos traçaram minha nuca ruiva, descendo para os seios. Meu corpo reagiu, mamilos endurecendo sob o toque.
A Chegada Luxuosa e a Tensão Sexual em Ascensão
De repente, ‘Vamos para o iate em Algarve?’. Nem pensei duas vezes. Jet de novo, hora de voo rápida, céu estrelado. Chegamos à marina privada ao amanhecer, o iate branco reluzindo, 50 metros de puro luxo. Subimos a bordo, o convés de teca macia sob pés descalços. Ele me puxou para a cabine master, paredes de mogno, cama king size com almofadas de cashmere. O cheiro de sal marinho misturava-se ao dele, almíscar masculino. ‘Despide-te para mim’, ordenou. Eu obedeci, nua, pele arrepiada pela brisa do Atlântico.
Ele me jogou na cama, boca faminta nos meus seios, chupando forte os mamilos até eu gemer. ‘Quero tua cona molhada agora’, grunhiu. Abri as pernas, sentindo o ar fresco na minha intimidade já inchada. Dedos dele entraram, dois de uma vez, fodendo devagar enquanto lambia meu clitóris, língua quente e insistente. Eu arqueei as costas, unhas cravadas nos lençóis de seda. ‘Mais, caralho, mais!’, implorei. Ele se levantou, pau duro e grosso saindo da cueca Armani, veias pulsando, pré-gozo brilhando na cabeça. ‘Chupa-me, puta luxuosa’. Ajoelhei, boca aberta, engolindo até a garganta, gosto salgado e almiscarado enchendo-me. Ele fodeu minha boca, mãos no meu cabelo ruivo, gemendo baixo.
O Clímax Intenso: Luxo Encontra Luxúria Crua
Não aguentei. ‘Fode-me já!’. Ele me virou de quatro, caralho enfiando fundo na minha cona encharcada, um só empurrão. A sensação de ser preenchida, esticada ao limite, ondas de prazer. Batia forte, bolas batendo na minha pele, suor escorrendo. ‘Tua cona é apertada, foda-se!’, rosnou. Eu gozei primeiro, corpo tremendo, gritando, contrações apertando-o. Ele acelerou, selvagem, luxúria pura no luxo do iate balançando suavemente. ‘Vou gozar dentro!’, avisou. Sim, quente jatos enchendo-me, escorrendo pelas coxas.
Depois, deitados na cama bagunçada, champanhe gelado na pele suada. Ele acendeu um charuto cubano, fumaça doce no ar. Senti o privilégio pulsar nas veias: jet, iate, villa à espera em terra. ‘Foi perfeito’, sussurrei, mão no peito dele. Julia, minha irmã, me mandou mensagem: ‘Inveja mortal!’. Ri baixinho. Essa vida de desejo e elegance é minha agora. Corpo relaxado, alma saciada, pronta para mais. A noite portuguesa nunca acaba assim.