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A Minha Aprendizagem Submissa no Luxo de Lisboa e Algarve

Ontem, ainda sinto o arrarejado no corpo. Cheguei ao Pestana Palace em Lisboa, débeis e atraída pelas montras de luxo. Dona Eva, essa bourgeoise elegante com perfume Chanel No. 5 que me invadiu as narinas, pegou-me logo. ‘Vem, minha coisinha’, sussurrou, empurrando-me para o salão privativo de provas, cheio de flores frescas e sofás de cabedal macio. As outras mulheres – clientes ricas, vendedoras chic – seguiram em silêncio, como uma matilha curiosa.

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Parecia condenada. O espelho enorme na alcova refletia tudo. ‘Tira a roupa, devagar’, ordenou ela, voz seca. Desabotoei o vestido, sentindo o calor úmido da minha cona pulsar. Peitos caídos, barriga mole, coxas celulíticas… tudo exposto. Tremia, os mamilos duros traindo o tesão. Risinhos atrás de mim. ‘Mãos na nuca, pés afastados um metro. Mostra essa boceta molhada.’ Obedeci, cona aberta, clitóris inchado, fiozinhos de baba escorrendo. Quase gozei ali, perante o público.

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Ela amoleceu um pouco. ‘Prova estes collants cor salmão, combinam com a tua pele.’ Ajudou-me, forçando as coxas a abrirem-se, dedos roçando a minha humidade. ‘Pé no banco.’ Todas viram a cona reluzente, gotas manchando o tecido caro. ‘Desculpa’, disse ela à jovem vendedora, que sorriu: ‘Deixa, enfeita o dia.’ Limpou-me com o lenço dela, dedos experts no clitóris, no cu franzido. Gemi baixo. Ela cheirou o pano, guardou no decote.

Nu só com collants e saltos altíssimos, voltei pela loja, pele roçada por sedas alheias. Escolhi um vestido de tule longo, fendas nas ancas, decote até o umbigo. As vendedoras mediram, pinçando tetas e coxas, agulhas picando mamilos. ‘Perfeito para ela’, riram. Tirei-o, mãos quentes deslizando na pele.

Jet privado nos esperava. Chegámos ao Algarve ao pôr do sol quente, iate ancorado na baía privada. Vinho espumante gelado, bolhas na língua, brisa salgada misturada ao meu cheiro de puta no cio.

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No iate, luxúria explodiu. ‘De joelhos, lambe-me a cona.’ Ajoelhei no deck de teca, vestido de tule rasgado, língua no mel dela, doce e salgado. ‘Boa putinha.’ Dedos dela na minha boceta, três de uma vez, fodendo forte. ‘Grita!’ Gozei gritando, esguichos no mar. Ela montou a minha cara, cu no nariz, cona esfregando até tremer. ‘Agora o cu teu.’ Lubrificante caro, plugue de diamantes, depois o strap-on grosso. Arrombou-me o cu devagar, depois selvagem, tetas balançando, eu uivando de dor-prazer. ‘Mais fundo!’ Fodeu-me como cadela, unhas nas costas, suor misturado ao vinho.

Na villa de luxo, cama king size de seda egípcia. Continuámos, 69 molhado, conas roçando, dedos no cu, gozos múltiplos. Ela chicoteou levemente as minhas nádegas, marcas vermelhas no espelho.

Agora, de volta, sinto-me privilegiada. Esse luxo selvagem, submissão total… nunca mais serei a mesma. Quero mais, Dona Eva. O calor da noite portuguesa ainda queima na pele.

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