Esta noite no Coliseu dos Recreios, Lisboa fervia com o glamour. A grande soprano portuguesa, Ana Sofia, brilhava nas Bodas de Fígaro, numa encenação ousada. Depois, o cocktail no rooftop do Four Seasons Ritz, só para VIPs. Eu, uma estudante de ciências políticas de 22 anos, estágio no jornal do director Serge, vestida com um casaco longo até os joelhos, saia curta e botas Chanel pretas. Pernas intermináveis, olhares por todo o lado.
A apresentadora estrella do telejornal das 20h, Cristina Justa, 40 anos flamejantes, conjunto preto Saint Laurent, dominava a conversa. Falava da entrevista ao Presidente, soluçando anedotas que amanhã estariam nos ministérios. Eu observava, o ar cheirava a Chanel No. 5 e champanhe Dom Pérignon. O calor da noite portuguesa colava a seda à pele.
A Tensão no Cocktail VIP do Teatro
Falavam da encenação. Todos criticavam. Eu defendi o realizador com paixão. Silêncio. O secretário de Estado ri: “Quem é esta beldade?” Serge: “A Inês, minha estagiária. Apaixonada por Mozart e escrita.” Cristina sorri, olhos fixos em mim. Tensão no ar, como eletricidade.
O grupo dispersa. Cristina aproxima-se: “Adorei a tua audácia, Inês.” Coro ligeiramente. “Vem, vamos fugir disto.” Subimos ao hotel ao lado, suite presidencial. Porta fecha. Luzes suaves, vista para o Tejo. Ela senta no sofá de veludo, eu ao lado. Falamos de paixões, infância no Alentejo, revoltas. Tutear. Rimos.
De repente: “O Serge já te comeu?” Sorri envergonhada: “Não… mas se quisesse?” “Joker.” Mão dela no meu ombro. “Relaxa,” sussurra no ouvido, hálito quente de vinho pétillant. Beijo na cara, olhos, nariz. Boca na minha. Línguas dançam, molhadas, urgentes. Eu, virgem de mulheres, tremia.
O Prazer Selvagem na Suite Privada
Levanta-se, empurra-me contra a parede de mármore frio. Tira o casaco. Beijos famintos. Mãos no meu top, acaricia seios por cima do tecido. Mamilos endurecem. “Hmm…” Suspiro. Desabotoa, sutiã solto. Mão quentinha cupa o peito, polegar no mamilo. Lambe, chupa devagar. Língua circular, dentes leves. Eu gemo baixo.
“Abre as pernas.” Levanta saia, joelho pressiona a minha cona por cima das cuecas. Esfrega devagar. Molhada já. Dedos invadem, afastam lábios. “Estás encharcada, putinha.” Dedo entra na cona lisa, quente, apertada. Move devagar, depois dois dedos fodendo ritmado. Polegar no clitóris, círculos rápidos.
Tiro botas, uma perna na chaise longue. Cona exposta, depilada. Ela ajoelha, cheira: “Cheiras a desejo puro.” Língua na vulva, chupa clitóris, dedos fundo. “Fode-me mais,” peço. Acelera, sucção forte. Corpo arqueia, suores mistos com perfume dela. Orgasmo explode: “Ahhh, caralho!” Gemido alto, cona contrai, jatos quentes.
Ela beija-me, gosto a mim mesma na boca dela. Visto-me devagar, pernas bambas. “Volta ao cocktail discreta. Liga-me amanhã, quero mais.” Dá cartão. Saio, ar da noite acaricia pele arrepiada. Privilégio puro: foda com diva num palácio. Luxo e luxúria, inesquecível. Amanhã, talvez iate na Algarve. Desejo sem fim.