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A Minha Noite de Luxo e Luxúria no Iate em Algarve

Acabei de voltar dessa loucura, ainda sinto o corpo a pulsar. Eu sou a Inês, portuguesa de 38 anos, obcecada por luxo e prazer sem limites. Estava no meu jet privado de Lisboa para Algarve, mas fiz pausa no hotel Mandarin Oriental, suite presidencial com vista para o Tejo. O ar quente da noite cheirava a sal e jasmim, o sol poente tingia tudo de ouro. Meu Momo, o cãozinho cinzento de museau curto, escapou da trela no cais privado. Ele zigzagueou entre iates de milionários e cravou os dentes no tornozelo de um rapaz gato, o Rui, 20 anos, estudante de direito, óculos escuros, corpo atlético.

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Ele parou, pálido. ‘Merda, o teu cão é maluco!’, gritou. Eu corri, suada no vestido de seda que colava à pele, decote generoso a tremer. ‘Momo, para! Desculpa, ele fica louco às vezes.’ Segurança veio, mas Rui recusou pompiers. ‘Quero queixa, mas… talvez possamos acertar.’ Os olhos dele devoravam-me as curvas. Eu ri, nervosa. ‘O que queres, miúdo? Dinheiro? Não sou rica assim.’ Ele sorriu, perverso. ‘O teu corpo. Uma noite. Eu retiro a queixa, salvo o teu Momo.’ Meu coração acelerou. Adoro isso, o risco, o desejo cru. ‘Ok, mas no meu iate em Algarve. Vens no jet?’

A Tensão no Cais Privado de Lisboa

No jato, champanhe Veuve Clicquot borbulhava na língua, gelado e ácido. Rui olhava-me as coxas, a seda do vestido a roçar a pele. Chegámos ao pôr do sol em Algarve, iate ancorado na baía exclusiva, villa de luxo ao fundo. O calor úmido envolvia-nos, perfume Chanel N°5 misturava-se ao sal marinho. Na coberta, Momo preso, olhos culpados a observar. ‘Despir-me, devagar’, sussurrei. Ele puxou o vestido, expondo os seios fartos, mamilos duros. ‘Que cona perfeita’, murmurou, ajoelhando. A língua dele lambeu-me devagar, molhada, chupando o clitóris inchado. Eu gemi, pernas a tremer na madeira polida.

O Êxtase Selvagem a Bordo

‘Quero-te a foder-me como uma puta’, disse eu, voz rouca. Virei-me, apoiei nas mãos, rabo empinado. Ele enfiou o caralho duro, grosso, até ao fundo da cona encharcada. ‘Ah, fode mais forte!’, gritei. Puxava-me pelos cabelos, batia nas nádegas, ploft ploft ecoando na noite. O suor escorria, misturava-se ao meu gozo que pingava pelas coxas. Mudei de posição, montei-o como Andrómaca, cona engolindo-o inteiro, balançando selvagem. Os seios saltavam na cara dele, ele mordia os mamilos. ‘Vou gozar, caralho!’, urrei, unhas cravadas nas costas. Ele explodiu dentro, esperma quente a encher-me, apesar da camisinha. Momo gania baixo, cheirando o ar de sexo.

Depois, deitados nos lençóis de seda egípcia, vinho Moscatel gelado na pele. ‘Salvaste o Momo, mas ele mordeu outro miúdo hoje no jardim da villa’, confessei, rindo. Rui ligou ao pai, negociou com fotos minhas nua. ‘O pai vem amanhã, troco por ti.’ Eu sorri, saciada. Senti-me rainha, privilegiada nesse mundo de jets e iates. O corpo dormente de prazer, a alma cheia. Foi mais que sexo: luxo puro, luxúria animal. Quero mais, sempre. Momo lambeu-me a mão, perdoado por agora. Amanhã, novo round. Vida de deusa portuguesa.

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