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A Minha Noite de Luxo e Luxúria no Iate do Algarve

Cheguei ao hotel em Lisboa com aquela bolinha no estômago, sabes? O Ritz, cinco estrelas, cheiro a jasmim e couro italiano no ar. O meu homem esperava-me no bar, com um copo de champanhe Veuve Clicquot a borbulhar. Ao lado dele, o João, o nosso convidado. Alto, elegante, olhos que devoram. Vestido de seda preta colada à pele, sinto o tecido roçar os mamilos já duros. Sentámo-nos, brindámos. ‘À noite perfeita’, diz ele, a mão dele roçando a minha coxa por baixo da mesa. O vinho pétillante na língua, fresco, com notas de pêssego. Falámos pouco, olhares dizem tudo. Sinto a humidade crescer entre as pernas, sem cuecas, como gosto.

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Ele propôs o jet privado. ‘Vamos para o Algarve, iate à espera.’ Coração acelera. No jato, tapetes persas, couro macio nos bancos. O João senta-se ao meu lado, dedos traçam o meu braço. O meu homem pilota a conversa, mas eu vejo as calças dele apertarem. Aterramos em Faro, carro de luxo leva-nos ao porto. O iate, branco reluzente, balança na água morna. Noite portuguesa quente, brisa salgada. Subimos a bordo, villa flutuante com jacuzzi, cama king size de lençóis de seda egípcia. Copos de porto gelado, morangos mergulhados em chocolate. ‘Estás pronta?’, sussurra o meu homem, beijando o meu pescoço. O João aproxima-se, mão na minha nuca. Beijos lentos, línguas dançam. Tensão explode devagar, como vinho envelhecido.

A Chegada ao Éden Português e a Tensão Crescente

No deck, luar ilumina. Despi-me devagar, vestido cai, corpo nu brilha. Eles despem-se, pilas já semi-duras, grossas, venosas. Agarrei a do João primeiro, punho firme, branquei devagar. ‘Que caralho delicioso’, murmuro. Ele geme, ‘Chupa-me, puta elegante.’ Ajoelhei-me, boca aberta, engoli até à garganta, saliva escorrendo. O meu homem atrás, dedos na minha cona molhada, ‘Estás encharcada, amor.’ Dois dedos dentro, polvam, saem brilhantes. Deito-me na cama de rede, pernas abertas. João lambe a cona, língua no clitóris, chupa forte. Gozo rápido, jatos na cara dele. ‘Fode-me agora’, exijo. Ele entra, caralho enorme estica-me, mete forte, bolas batem no cu. O meu homem na boca, fodo com a garganta. Troca: meu homem na cona, João no cu, lubrificado com óleo de massagem. Gemidos ecoam, ‘Mais fundo, fode esta puta de luxo!’ Duplo, alternado, suor mistura com perfume Chanel. Gozo outra vez, corpo treme, cona aperta. Eles explodem: João na boca, engulo tudo, salgado quente; meu homem dentro, enche-me de porra.

Depois, deitados no jacuzzi, bolhas massageiam a pele. Copo de champanhe na mão, corpo relaxado, porra seca nas coxas. Sinto-me rainha, privilegiada. Este luxo, este desejo sem freios, é meu. O João beija-me, ‘Voltamos?’ Sorri, ‘Sempre.’ O meu homem abraça-me, ‘Perfeita.’ A noite algarvia acaricia, sei que vivi o inatingível. Memórias para me masturbar sozinha, ou partilhar. Privilégio puro, luxúria eterna.

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