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A Minha Noite de Luxo Selvagem: Hotel 5 Estrelas, Jet Privado e Iate no Algarve

Chamo-me Inês, tenho 28 anos, portuguesa de gema, com curvas que fazem virar cabeças. Trabalho como barmaid num hotel 5 estrelas no Chiado, Lisboa. O ar cheira a jasmim e champanhe Veuve Clicquot. Há três anos, conheci o Miguel. Ele vinha todas as noites, uns 30 anos, cabelo preto ondulado, olhos castanhos intensos, barba de três dias, corpo atlético esculpido na ginástica, rabo firme que me deixava húmida só de olhar. Banquier rico, sempre elegante em fato Tom Ford.

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Numa manhã chuvosa, ele entra cedo, cara fechada, sem o sorriso habitual. Peço-lhe o habitual gin tónico com limão fresco. Senta-se num canto da sala envidraçada, com vista para o Tejo. O pub… quer dizer, o bar está vazio. Peço pausa ao chefe e sento-me ao lado dele. ‘O que se passa, amor?’, pergunto suave. Ele desabafa: demissão, namorada largou-o. Voz rouca, mãos a tremer no copo gelado.

A Tensão no Hotel de Luxo em Lisboa

Acabo cedo, ofereço-me para o levar à suíte presidencial. No elevador privativo, o perfume dele, Creed Aventus, invade-me. A suíte é um sonho: mármore italiano, cama king size com lençóis de seda egípcia, varanda com jacuzzi. Ele cambaleia, bêbado de tristeza. Ajudo-o a despir o casaco, a camisa… oh, o peito musculado, abdominais definidos, pelinhos justos. O pau já meia-bomba no boxer Armani, grosso, 20 cm de promessa. Coloco-o na cama, mas ele agarra-me o pulso: ‘Fica, Inês. Não me deixes sozinho.’ O coração acelera. ‘Ok, fico no sofá.’ Mas o ar está carregado de desejo.

Acordo com o som da ducha. Ele sai, torso nu, short de banho justo, gotas d’água a escorrer. ‘Não sonhei, pois não? Trouxeste-me e ficaste.’ Coro, mas os olhos dele devoram-me o vestido justo. ‘Tens fome? Fico para te fazer companhia.’ Na cozinha da suíte, preparamos salmão fumado com caviar. Rimos, tocamos acidentalmente. No sofá de veludo, filme a correr, corpos a aproximar. A mão dele na minha coxa, calor subindo. Viro-me, lábios roçam. ‘Quero-te’, murmura, voz grave. Beijo húmido, língua a dançar, mãos na nuca dele, seda da pele.

Corpos colados, fricção no sofá. Ele arranca o vestido, sutiã de renda. Chupa os meus mamilos duros, mordisca. ‘Estás molhada para mim’, diz, dedo no clitóris inchado. Eu abaixo o short dele, pau duro como pedra, veias pulsantes, glande rosada. Masturbo-o devagar, saliva escorrendo. Ele geme: ‘Chupa-me, Inês.’ Boca no pau, engulo até à garganta, bolas lisas e cheias. Ele fode a minha boca, mãos no cabelo: ‘Caralho, que boquete!’ Goza jatos quentes, engulo tudo, gosto salgado de luxo.

Luxúria Selvagem no Iate e a Doce Rendição

Agora ele ajoelha-se, lambe a minha cona depilada, língua no clitóris, dedos dentro, curvados no ponto G. Gozo tremendo, sumos escorrendo. ‘Quero foder-te’, rosna. De quatro no sofá, pau entra devagar, estica-me toda. Dor prazerosa, depois ritmo selvagem. ‘Mais forte, fode-me como uma puta!’ Ele bate, bolas batem no cu. Mudo posição, cavalgo-o, seios balançando, unhas nas costas. Ele vira-me, missionário feroz, pau a martelar. ‘Vou gozar dentro!’, avisa. Enche-me de porra quente, eu gozo gritando.

Ele sugere: ‘Vamos ao meu jet privado para o Algarve. Iate à espera.’ No jato Gulfstream, fodemos no banco de couro a 10 mil metros, vinho Moët a escorrer. No iate ancorado na gruta de Benagil, noite quente, estrelas, sexo anal lento com óleo de massagem. Pau no cu apertado, gemidos ecoam no mar. Gozamos juntos, suor e sal.

De volta à villa em cliffs privativos, piscina infinita, dormimos entrelaçados, cheiro a sexo e maresia. Acordo com o sol alaranjado, corpo dolorido mas saciado. Foi mais que sexo: privilégio puro, luxo misturado com luxúria animal. Ainda sinto ele dentro de mim. Quero mais.

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