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A armadilha do meu marido que virou festa

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— Não se mexa, querido. Quero ver até onde você aguenta.

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Minhas unhas deslizavam devagar pelo peito suado de Lucas enquanto eu o mantinha preso pelos pulsos com a gravata dele mesmo. O quarto de hotel cheirava a desejo e ao perfume caro que eu havia borrifado entre os seios antes de ele chegar. Tínhamos acabado de sair da reunião da empresa, ainda com as roupas formais meio despidas no chão. Ele, estagiário de 24 anos, alto, corpo definido de quem malha todo dia depois do expediente, olhava para mim com aquela mistura de excitação e medo que me deixava molhada.

Eu, aos 38, casada há doze anos com o diretor financeiro, sentia um poder delicioso ao vê-lo assim, completamente rendido. Minha saia lápis estava enrolada na cintura, a blusa aberta mostrando o sutiã de renda preta que mal continha meus mamilos duros. Desci a boca até o pau dele, grosso e latejando, e lambi devagar da base até a cabeça brilhante. Lucas gemeu alto, puxando as amarras improvisadas.

— Você é louca, Carla… Se o seu marido descobre…

Eu ri baixinho, engolindo ele inteiro por um instante só para sentir o tremor nas coxas dele.

— Ele não vai descobrir. Pelo menos não do jeito que imagina.

O que Lucas não sabia é que eu tinha encontrado as mensagens no celular do meu marido na noite anterior. Tudo estava ali: o plano, o pagamento, a instrução clara para seduzir a esposa entediada e conseguir o flagrante de adultério antes do fim do mês. Rodrigo queria o divórcio sem pagar pensão. O idiota achava que eu era burra.

Em vez de confrontá-lo, decidi brincar. Convidei Lucas para este hotel perto do escritório, sabendo que Rodrigo tinha marcado de “surpreender” nós dois com uma testemunha às quatro da tarde. Faltavam quinze minutos.

Levantei-me, tirei a saia e a calcinha, ficando só de sutiã e saltos. Subi na cama e sentei no rosto dele, esfregando minha boceta molhada na boca ansiosa do rapaz. Ele lambeu com fome, enfiando a língua fundo enquanto eu rebolava. Meus gemidos enchiam o quarto. Gozei rápido, tremendo, apertando os lençóis com as mãos.

Desci dele, ainda ofegante, e peguei o celular. Gravei um vídeo curto dele amarrado, pau duro apontando para o teto, e mandei para o número do meu marido com a legenda: “Estou quase gozando. Vem logo.”

Lucas me olhava confuso, mas excitado demais para perguntar. Eu me inclinei e voltei a chupar ele com vontade, fazendo barulho, babando no pau jovem e firme. Ele estava quase explodindo quando ouvi as batidas fortes na porta.

— Polícia! Abram! — gritou uma voz grossa.

Eu sorri, levantei, vesti só um robe curto que mal cobria minha bunda e abri a porta. Não era polícia. Era Rodrigo, vermelho de raiva, acompanhado de um homem de terno com cara de tabelião.

— Onde está ele, Carla? Seu amante de merda! — berrou meu marido, invadindo o quarto.

O tabelião entrou atrás, olhando tudo com cara de quem já viu de tudo. Lucas, ainda amarrado na cama, nu, de olhos arregalados, tentou se cobrir com as pernas.

Rodrigo parou de repente quando me viu calma, com o robe aberto mostrando os seios e a boceta ainda brilhando do gozo recente.

— O que… que porra é essa?

Eu fechei a porta, tranquei e me encostei nela.

— Isso, meu amor, é o seu plano perfeito dando errado. Eu sei de tudo. As mensagens, o dinheiro que você deu para esse garoto me comer e você poder me foder no divórcio. Parabéns, quase deu certo.

Lucas tentou falar, mas eu o calei com um olhar. Rodrigo estava sem palavras, o tabelião fingia olhar para o teto.

— Mas eu pensei melhor — continuei, tirando o robe completamente e ficando nua na frente dos três. — Por que desperdiçar um pau tão bom? E já que você queria um flagrante, vamos dar um show de verdade.

Andei até a cama, soltei as mãos de Lucas e sussurrei no ouvido dele:

— Fode a sua patroa na frente do meu marido. Com força.

Lucas hesitou dois segundos, depois me virou de quatro na cama, bem de frente para Rodrigo. Enfiou o pau grosso na minha boceta molhada num golpe só. Gemi alto, olhando nos olhos do meu marido traidor.

— Olha bem, Rodrigo. Olha como ele me fode melhor que você.

Lucas segurou meus quadris e começou a meter fundo, rápido, fazendo meus peitos balançarem. O som de pele contra pele enchia o quarto. Eu gemia sem vergonha, chamando ele de “meu garanhão”, pedindo mais forte.

Rodrigo estava paralisado, pau endurecendo dentro da calça apesar da raiva. O tabelião, depois de um minuto de choque, sentou na poltrona e só observava, claramente excitado.

— Vem cá, marido — chamei, estendendo a mão. — Não quer participar do seu próprio plano?

Ele hesitou, mas eu conhecia aquele olhar. Rodrigo se aproximou. Abri a braguilha dele e tirei o pau já duro. Enquanto Lucas continuava metendo em mim por trás, comecei a chupar meu marido com vontade, olhando para cima.

Os dois gemiam agora. Lucas acelerou, apertando minha bunda. Eu sentia o orgasmo vindo de novo. Soltei o pau de Rodrigo da boca só para gritar quando gozei, apertando o pau do estagiário dentro de mim.

— Goza dentro, Lucas. Quero sentir tudo.

Ele obedeceu, gemendo alto e enchendo minha boceta de porra quente. Quando saiu, o esperma escorreu pelas minhas coxas. Virei para Rodrigo, ainda de joelhos.

— Sua vez. Limpa o que ele deixou.

Ele resistiu dois segundos antes de cair de boca na minha boceta melada, lambendo o gozo do outro homem misturado com o meu. Eu segurei a cabeça dele, rebolando no rosto dele enquanto Lucas assistia, pau ainda meio duro.

O tabelião, sem que ninguém pedisse, tinha tirado o pau para fora e se masturbava devagar na poltrona. Eu sorri para ele.

— Quer participar, doutor? Minha boca está livre.

Ele não pensou duas vezes. Levantou, veio até mim e enfiou o pau maduro entre meus lábios. Chupei os três alternadamente, ora um, ora outro, enquanto Rodrigo continuava limpando minha boceta com a língua.

Acabei de quatro na cama de novo. Lucas me fodeu mais uma vez, depois Rodrigo, depois o tabelião. Gozei mais duas vezes antes de eles terminarem, um no meu peito, outro na minha boca, o último dentro de mim outra vez.

Quando tudo acabou, o quarto cheirava a sexo puro. Eu me deitei nua entre os três homens suados, acendi um cigarro e soprei a fumaça para o teto.

— Então, querido — disse para Rodrigo, que respirava pesado ao meu lado. — Acho que agora você tem o flagrante que queria. Mas cuidado: o vídeo que gravei está no meu celular e na nuvem. Se tentar usar contra mim, todo mundo na empresa vai ver como você lambeu o esperma do estagiário da sua mulher.

Ele não respondeu. Só fechou os olhos.

Lucas riu baixinho. O tabelião arrumava a gravata, já com cara de quem ia embora.

Eu sorri, satisfeita, sentindo o corpo deliciosamente dolorido e a boceta latejando. A vingança tinha sido muito mais gostosa do que eu imaginava.

E o melhor: ainda era terça-feira. Tinha o resto da semana inteira pela frente.

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